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Milton Neves

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Os queridinhos do apito no Brasil, na América do Sul, na Europa e nas Copas

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Milton Neves

Milton Neves é jornalista profissional diplomado, publicitário, empresário, apresentador esportivo de rádio e TV, pioneiro em site esportivo no Brasil, 1º âncora esportivo de mídia eletrônica do país, palestrante gratuito de Faculdades e Universidades, escrivão de polícia aposentado em classe especial, pecuarista, cafeicultor e é empresário também no ramo imobiliário.

18/05/2022 09h46

Não foi por falta de aviso, Timão!

Eu disse que, lá na Bombonera, o Corinthians sentiria na pele o que os rivais costumam sentir aqui no Brasil.

É que, fora do país, o apito tem outros queridinhos.

E quem são eles?

Então veja abaixo quem são aos amigos do apito no Brasil, na América do Sul, na Europa e nas Copas do Mundo.

BRASIL

Ah, essa é mais fácil que a tabuada um!

Flamengo e Corinthians são os filhinhos dos árbitros de nosso país.

Tivesse VAR desde sempre, as duas equipes poderiam reduzir pelo menos metade de seus títulos.

AMÉRICA DO SUL

Pois é, mas no nosso continente Fla e Timão não têm tanta moral assim.

O queridinho do apito foi, é e sempre será o Boca Juniors.

Não é mesmo, Ubaldo Aquino e Carlos Amarilla?

EUROPA

Aí também é fácil!

A camisa mais pesada do Velho Continente é também a preferida dos "homens de preto".

Afinal de contas, Cristiano Ronaldo deve praticamente metade de seus gols aos bondosos árbitros que adoram marcar pênaltis para o Real Madrid.

NAS COPAS DO MUNDO

Aí também é fácil!

O escrete canarinho é o Corinthians das seleções!

Fomos ajudados em 1962, no pênalti claro de Nilton Santos no duelo entre Brasil e Espanha, famoso lance em que o genial lateral brasileiro dá dois passos para frente, saindo da área e ludibriando a arbitragem, no último jogo da fase de grupos daquela Copa; no mesmo Mundial, o juiz sonegou pênalti incrível de Djalma Santos na final contra a Tchecoslováquia; na cotovelada de Pelé no jogo entre Brasil x Uruguai em 1970; na "pegada" de Carlos Alberto Torres em Lee, da Inglaterra, na mesma Copa; na falta inexistente que resultou no gol de Branco contra a Holanda em 1994; no pênalti no "meio-campo" em Luizão contra a Turquia em 2002; no gol anulado da Bélgica na mesma Copa; entre tantos e tantos outros exemplos.

Mas e você, amigo internauta, tem uma opinião diferente?

E quais os times mais ajudados aí no seu estado?

Opine!