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iPhone 13 Pro Max

Galaxy Z Fold 3

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iPhone 13 Pro Max x Galaxy Z Fold3: qual o melhor top de linha?

Reprodução/Tilt
Imagem: Reprodução/Tilt

Vinícius de Oliveira

Colaboração para Tilt, de São Paulo

03/11/2021 04h00

A Apple e a Samsung lançaram recentemente aparelhos top de linha que custam mais de R$ 10 mil. Tanto o iPhone 13 Pro Max quanto o Galaxy Z Fold3 trazem recursos de última geração, mas o preço é realmente de assustar.

Mas colocando os dois frente a frente, dá para dizer que um vale mais o preço que tem do que o outro? Qual é melhor? Para você tirar suas dúvidas sobre eles, Tilt testou os dois telefones.

Veja a seguir o resultado desse comparativo.

O UOL pode receber uma parcela das vendas pelo link recomendado neste conteúdo. Preços e ofertas da loja não influenciam os critérios de escolha editorial.


TILT
4,5 /5
Veja o review

iPhone 13 Pro Max

Preço

R$ 10.499 (a partir de) Comprar
TILT
4,5 /5
Veja o review

Galaxy Z Fold 3

Preço

R$ 12.799 Comprar
ENTENDA AS NOTAS DA REDAÇÃO

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Pontos Positivos

  • Bateria dura quase dois dias
  • Melhorias nas câmeras e sistema de processamento de fotos
  • A tela finalmente tem uma tecnologia que a concorrência já adotou há tempos
  • Processador voa
  • Câmeras traseiras, embora não sejam perfeitas, são bem acima da média e tiram selfies muito boas
  • Formato dobrável é divertido e nunca cansa de impressionar: dá vontade de usar o aparelho o tempo todo
  • Processador poderoso e muita memória sustentam uma experiência livre de engasgos ou lentidão

Pontos Negativos

  • Não tem como não falar do preço alto
  • O entalhe diminuiu, mas ainda é grande
  • Câmera sob a tela, embora permita uma experiência inédita na tela interna, tira fotos muito ruins
  • Bateria não dura mais do que um dia e, com o tempo, tende a ficar ainda pior
  • Muitos apps ainda não sabem tirar proveito das telas e ficam mal dimensionados, cortando informação ou travando

Veredito

O iPhone 13 Pro Max é excelente em desempenho. Isso não dá para negar. É uma máquina mesmo. Quem precisa usar o celular para editar fotos e vídeos vai conseguir fazer o trabalho bem usando o aparelho. As câmeras também melhoraram e são as melhores atualmente usadas em um iPhone. A parte complicada é o custo-benefício. É um tipo de smartphone feito para poucos. É preciso muita grana.

O Galaxy Z Fold 3 impressiona pela engenhosidade da sua dobradiça e tela dobrável. É mais fácil de transportar que um tablet e funciona bem em tarefas burocráticas com as quais um celular comum não dá conta. Mas o preço salgado ainda faz deste um produto para poucos. Se para você dinheiro não é problema e quer muito um dobrável, o Z Fold 3 é a melhor versão dessa categoria de produto disponível hoje no mundo. Mas se você valoriza o seu suado dinheirinho, por esse preço ainda não vale a pena trocar seu celular normal ou tablet por um dobrável.

O iPhone não mudou muito. As bordas seguem retas, com acabamento fosco e laterais brilhantes. Na frente, o entalhe retangular que abriga a câmera de selfie e os sensores ficou 20% menor. O aparelho está disponível em quatro cores: grafite, dourado, prateado e azul-sierra.

Apesar de não ser mais novidade, a tela dobrável do Z Fold3 impressiona. Fechado, o celular é mais grosso do que a maioria dos modelos do mercado. Aberto, ele é mais fino que tablets de mesmo tamanho. Ele está disponível nas cores preto, prata e verde.

Durante o uso, Tilt notou que o Z Fold3 dobrado possui um vácuo (a tela não se toca totalmente), que é capaz de deixar passar moedas que estiverem no bolso.

Veredito: A Apple não trouxe novidades em termos de design e, por isso, optamos pelo Z Fold3. No quesito dobráveis, a Samsung praticamente não tem concorrentes no mercado brasileiro.

O que chama a atenção na tela do iPhone é a taxa de atualização dinâmica, que melhora a fluidez nas imagens, animações e na rolagem da tela. Devido à tecnologia ProMotion, o aparelho reconhece quando precisa chegar ao índice máximo (120 Hz) ou ao mínimo (10 Hz). Esse processo ajuda a economizar bateria.

O destaque do Z Fold3 fica por conta do tamanho da tela interna (e dobrável). Suas 7,6 polegadas permitem uma experiência de tablet. No entanto, Tilt percebeu que a maioria dos aplicativos não soube aproveitar o visor ao máximo e ficaram mal dimensionados. A vantagem está em poder usar mais de um app por vez.

Veredito: Por ter uma tela maior e por trazer o modo multitarefa, optamos pelo Z Fold3

Em testes de Tilt, com uso intenso (muito vídeo com brilho no máximo, internet, jogos online, câmeras, gravações de vídeo, WhatsApp, Wi-Fi e 4G), a bateria durou em torno de 19 horas no iPhone. Em dias menos comuns, ela durou em média 48 horas a cada recarga.

A bateria é o ponto fraco do Z Fold3. Ela é insuficiente para alimentar os dois visores. No período em que ficou com Tilt, o aparelho teve de ser carregado ao menos uma vez todos os dias. Vale destacar que ambos vêm sem carregador na embalagem.

Veredito: Ponto para a Apple, por apresentar um aparelho que não deve te deixar na mão tão cedo.

Traseira

O iPhone fez melhorias na construção física das lentes. As câmeras agora captam mais luz, o que ajuda na produção de fotos tiradas em ambientes com pouca iluminação.

O sensor ultra-angular foi o que mais agradou em testes de Tilt, já que ele reconhece detalhes a uma distância de 2 cm, igual a uma lente macro. Porém, essa função é acionada automaticamente e, por enquanto, não há como desabilitá-la.

Há também o Modo Cinema, uma espécie de modo retrato para vídeo. O algoritmo reconhece rostos humanos e objetos em diferentes distâncias, desfocando o que está em um dos planos.

Com câmera tripla na parte de trás, o Z Fold3 também não deixa a desejar. Um detalhe legal é que não é preciso abrir o celular para capturar imagens, já que a tela da frente serve como visor.

No entanto, este não é o melhor conjunto de lentes que a Samsung oferece no mercado. O Galaxy S21 Ultra tem câmeras mais versáteis, o que inclui um sensor de 108 MP e um zoom de quase 100x.

Veredito: Escolhemos o iPhone, que possui recursos avançados para fotos e vídeos com qualidade profissional.

iPhone 13 Pro Max: fotos tiradas para o review

Frontal

O Z Fold3 possui duas câmeras frontais. A lente interna fica escondida sob a tela e tem apenas 4 MP de resolução. A qualidade deixa a desejar, já que os pixels na frente da câmera acabam deixando manchas nas imagens. Já a externa (10 MP) produz selfies mais equilibradas.

A câmera de selfie do iPhone traz um sensor com pixels maiores e estabilização óptica de imagem, resultando em imagens menos tremidas e com melhor resolução. O Modo Cinema também está disponível.

Veredito: Devido ao desempenho fraco nas câmeras de selfie do Z Fold3, optamos pelo iPhone

Fotos tiradas com o Galaxy Z Fold 3

Em testes de Tilt, o iPhone impressionou e não travou com as atividades do dia a dia, nem com jogos pesados. O celular também dá conta da edição de fotos e vídeos.

O Z Fold3 também consegue rodar todo e qualquer aplicativo sem travar e, no modo multitarefa, foi possível usar três apps ao mesmo tempo.

O desempate pode ser feito pelo resultado em testes de benchmark, que medem o desempenho dos processadores. Segundo dados do AnTuTu, são 854 mil pontos para o iPhone contra 744 mil do Z Fold3.

Veredito: Por ter se saído melhor em testes de benchmark, optamos pelo iPhone 13 Pro Max.

O Z Fold3 possui suporte à caneta S Pen, que faz anotações na tela, desenha, rabisca ou toca em ícones sem usar os dedos. O acessório é vendido separadamente e somente dois modelos servem para o celular, devido à delicadeza da tela flexível.

O iPhone vem com o sistema iOS 15 de fábrica, que permite rastreamento do seu celular mesmo com ele desligado ou sem bateria.

Veredito: Empate, porque depende do seu uso do celular. Se a caneta faz diferença para você, com certeza o Z Fold3 vence. Caso contrário, o iPhone irá satisfazer suas necessidades.

Para quem busca um telefone diferente e uma tela muito grande, claramente o Z Fold3 é a melhor opção. O design dobrável é chamativo, divertido de manusear e ainda entrega uma tela de 7,6 polegadas.

Já o iPhone se mostra mais potente em processador e bateria. No entanto, vale a pena ponderar se você está realmente disposto a gastar mais de R$ 10 mil com um celular.

Há outros aparelhos top de linha muito bons disponíveis no mercado menos caros e com melhor custo-benefício, como o Galaxy S21 5G Ultra (R$ 7.199,10), Xiaomi Mi 10T Pro 5G (R$ 6.500,00) e o Motorola Edge 5G+ (R$ 4.499,00).

Especificações técnicas
  • iOS 15

  • Sistema Operacional

  • Android 11

  • 160,8 mm x 78,1 mm x 7,65 mm; 238 gramas

  • Dimensões

  • Dobrado: 67.1 x 158.2 x 16.0mm(Dobradiça) ~ 14.4mm(extremidade). Aberto: 128.1 x 158.2 x 6.4mm

  • Sim

  • Resistência à água

  • IPX8 (1,5 m de água doce por até 30 minutos)

  • Preto, dourado, prata e azul

  • Cor

  • R$ 10.499

  • Preço

Tela
  • Oled

  • Tipo

  • Dynamic AMOLED

  • 6,7 polegadas

  • Tamanho

  • 7,6 polegadas (interna) e 6,2 polegadas (externa)

  • 2.778 x 1.284 pixels; 120 Hz

  • Resolução

  • Interna: Quad HD (2208 x 1768). Externa: HD+ (2268 x 832)

Câmera
  • 12 MP

  • Câmera Frontal

  • 10 MP (externa) e 4 MP (sob a tela interna)

  • 12 MP (teleobjetiva, grande-angular e ultra-angular), com zoom óptico de 3x

  • Câmera Traseira

  • Tripla: ultra-wide de 12 MP, grande-angular de 12 MP e telefoto de 12 MP

Dados técnicos
  • A15 Bionic

  • Processador

  • Snapdragon 888

  • 128 GB, 256 GB, 512 GB ou 1 TB

  • Armazenamento

  • 256 GB ou 512 GB

  • 6 GB de RAM

  • Memória

  • 12 GB de RAM

  • 4.352 mAh

  • Bateria

  • 4.400 mAh