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Quem é Rina Arano, atriz pornô encontrada morta, nua e amarrada, no Japão?

Rina Arano - Reprodução/ViralPress
Rina Arano Imagem: Reprodução/ViralPress

Colaboração para Splash, em São Paulo

01/07/2022 04h00

Rina Arano, uma atriz da indústria pornográfica, foi encontrada morta em uma floresta na cidade de Ibaraki, a 150 km de Tóquio. O corpo dela estava nu e amarrado em uma árvore. Mas quem é Rina? A imprensa japonesa revelou alguns detalhes sobre a vida da atriz.

Saiba mais:

Juventude

De acordo com jornal japonês Bunshun, Rina nasceu em 1999 em Tóquio. Ela era a filha caçula de uma família de classe média alta e seu pai era um executivo em uma companhia farmacêutica.

De acordo com amigos, após a escola, Rina começou estudar enfermagem. Aos 19 anos, porém, ela parou de estudar e se mudou para um apartamento no bairro Kabukicho, o equivalente ao "Distrito da Luz Vermelha" na capital japonesa. Lá, há bares, casas noturnas, boates e lanchonetes.

Trabalho na indústria adulta

Rina Arano em foto divulgada na imprensa japonesa - Reprodução/Aloff.jp - Reprodução/Aloff.jp
Rina Arano em foto divulgada na imprensa japonesa
Imagem: Reprodução/Aloff.jp

Após se mudar para Kabukicho, Rina começou a passar grande parte de seu tempo em boates e casas noturnas. Segundo colegas que a seguiam nas redes sociais, a jovem passou a exibir um estilo de vida luxuoso, gastando com bebidas, roupas e cosméticos.

Foi, então, revelado que Rina usava pseudônimos para atuar como modelo, fazendo fotos nuas e de fetiche, além de vídeos pornográficos amadores. Ela encontrava clientes pelas redes sociais e costumava encontrá-los nas casas deles para as sessões de fotos, pelas quais chegava a cobrar o equivalente a mais de R$ 3 mil.

Fim da vida

Em 2021, Rina voltou a morar na casa dos pais e esperava deixar o trabalho na indústria adulta de lado, mas continuou trabalhando na área, até que teve a vida interrompida. Assim como a maioria de seus clientes, Rina foi contratada por Hiroyuki Sampei pelas redes sociais e foi vista pela última vez entrando no carro dele na estação de trem Mito no dia 5 de junho.

No dia 8, a família de Rina denunciou seu desaparecimento e, cerca de uma semana depois, a polícia descobriu o encontro entre a jovem e Sampei. No dia 18 de junho, a polícia encontrou o corpo da atriz, que aparentava estar morta há cerca de duas semanas. O celular da vítima foi achado na residência do suspeito, localizada a menos de 2 km do local em que o corpo foi encontrado.

Apesar das evidências, Sampei negou em depoimento à polícia ser o responsável pelo assassinato de Rina. Ele afirma que todas as suas ações, inclusive a de ter algemado a atriz, foram feitas com o consentimento da mesma e que ela não informou para onde iria após, supostamente, ter deixado sua casa.