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Moradores da periferia de SP contam por que votam em Boulos e Covas

De Ecoa, em São Paulo

26/11/2020 14h52

Moradoras de comunidades de São Paulo compartilharam suas percepções sobre o segundo turno da disputa pela prefeitura da cidade que tem Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) nas urnas no domingo (29). Paulistanos de Brasilândia, Paraisópolis, Heliópolis, Cidade Tiradentes, Guaianases e Itaquera responderam à questão: o que São Paulo e a sua comunidade ganham se o seu candidato for eleito?

O vídeo faz parte de uma iniciativa apartidária que analisou debates, entrevistas e planos de governo de Bruno Covas e Guilherme Boulos para saber quanto os candidatos estão comprometidos com uma recuperação econômica que seja feita de forma sustentável.

Batizado de Bancada do Sonhos, o projeto quer focalizar temas como emprego, saúde, segurança alimentar e mobilidade urbana. As análises estão disponíveis nas redes sociais para que eleitores conheçam melhor as propostas dos candidatos em relação a temas como segurança alimentar, mobilidade urbana, desemprego e até medidas de combate ao racismo.

Nathalia Rocha, estrategista da Purpose, a empresa que criou a Bancada dos Sonhos, explica o objetivo do projeto. "Para ajudar as pessoas a irem atrás do candidato que mais as representa, a gente faz essa análise de falas e propostas de cada um".

No primeiro turno, a iniciativa criou candidatos fictícios que traziam propostas dos próprios eleitores. Agora, no segundo turno, os candidatos fictícios criados ajudam a monitorar as propostas de Boulos e Covas.

Nathalia conta ainda que os eleitores se engajaram nas redes sociais nesta campanha eleitoral. "A gente tem tido uma interação bastante qualificada nas publicações. Gente que vai lá declarar em quem vai votar e, para além disso, gente que vai virar voto, querendo convencer o outro de que seu candidato é melhor."

O projeto não deve acabar no segundo turno, e quer seguir analisando os governantes, ainda que em outro formato. "A ideia é cobrar agora, gerar um debate sobre isso e depois seguir fiscalizando", explica Nathalia.

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