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Fabi Justus sobre doador de transplante de medula: 'É de fora do Brasil'

Colaboração para Splash, no Rio de Janeiro

23/04/2024 20h32

Fabiana Justus, 37, expôs, na noite desta terça-feira (23), que o seu doador de transplante de medula óssea é de fora do Brasil. A influenciadora digital falou do assunto quando foi questionada se ela entrou em uma espécie de fila.

O que aconteceu

Nos stories do Instagram, ela abriu uma caixinha de perguntas e respondeu que não há fila para transplante de medula. "Essa quero muito responder de vídeo porque existe uma confusão aí. O transplante de medula óssea não é como um transplante de órgão sólido. Não existe fila, porque o órgão sólido ele pode servir para várias pessoas um órgão. A medula óssea tem que ser compatível com uma pessoa", iniciou ela.

Então, a influenciadora digital explicou como funciona o processo de doação. "Você se cadastra como doador e aí quando as pessoas fizerem teste de compatibilidade uma pessoa vai ser compatível com você como doador. Então, não tem fila, todo mundo vai, o cadastro está lá".

Ela continuou e disse: "Todo mundo vai como um número e aí eles testam. Eles testam essa compatibilidade com todo mundo do sistema, no nacional e no internacional também".

Fabiana também contou que descobriu apenas que o doador não é do Brasil. "No meu caso encontraram fora do Brasil. A única informação que tenho é que de fora do Brasil e que é um homem".

"Por enquanto eu só posso saber disso", que acrescentou que futuramente poderá escrever uma carta para a pessoa. "Ninguém corta a fila, existe a sorte de encontrar alguém compatível com você, acrescentou ela.

Ela também afirmou que há países que nem fazem esse contato entre doador e receptor. "Eu entro como um número, não consigo ver o nome de ninguém, justamente porque tem um sigilo muito grande nesse processo. Eles cuidam para que as pessoas não se conhecerem antes do tempo. Inclusive tem países que não deixam nem conhecer nunca, só trocar carta anônima".

A influenciadora digital ainda contou sobre testes para encontrar um doador em sua família. Fabiana afirmou que, inicialmente, os parentes fizeram testes com a orientação dos médicos, mas a compatibilidade chegou em 50%, por isso a busca continuou e encontraram um 100%.

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