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STU National de SP serviu de laboratório para Mundial, SLS e Olimpíadas

Rayssa Leal, skatista, durante etapa de São Paulo do Circuito Brasileiro de Skate Street Feminino Imagem: Reprodução

Colaboração para o UOL, em São Paulo

25/09/2023 04h00

A seleção olímpica de skate ainda não foi definida oficialmente, mas depois da realização do STU National este final de semana, em São Paulo, já é possível fazer algumas possíveis escalações inevitáveis.

Servindo de laboratório de luxo para os próximos grandes eventos internacionais, como o Mundial de Skate Park de Roma, da WST em duas semanas, e a final mundial da Street League a ser disputada em São Paulo, no início de dezembro em local a ser anunciado oficialmente nesta segunda pela SLS, o skate brasileiro já prepara suas apostas para bons resultados.

No skate park masculino, a vitória de Augusto Akio neste domingo consolidou uma das vagas na modalidade, que ainda tem no medalhista olímpico Pedro Barros, que optou por não correr a etapa e se preservar para Roma, como franco favorito entre os brasileiros, e deixou em aberto a terceira vaga.

Nesse grupo, entram em franca disputa Kalani Konig, segundo colocado na etapa do STU, Pedro Quintas que voltou aos pódios e ficou em terceiro lugar hoje, Luiz Francisco, que retornou às competições depois de uma ausência de nove meses, e Luigi Cini que se acertar sua linha completa pode complicar a escolha para conquistar a vaga.

No park feminino, nenhuma das três possíveis candidatas ao uniforme olímpico estiveram em São Paulo: Raicca Ventura, Dora Varella e Yndiara Asp preferiram treinamento no exterior, para a disputa do Mundial de Roma.

Isadora Pacheco, que venceu a etapa paulista do STU, e Fernanda Tonissi que ficou em segundo, ainda podem ameaçar a vaga que hoje estaria "reservada" para Yndiara.

No street masculino, a escolha deve ser mais complicada.

Gabryel Aguilar vem crescendo e criando experiência a cada etapa, mas vê justamente em Giovanni Vianna sua maior ameaça, depois de um recente pódio internacional de Vianna na Street League.

Do exterior, o medalhista Kelvin Hoefler é presença garantida devido sua bagagem e atual condição, sendo que ainda assim, três outros nomes buscam representar o Brasil no street: Felipe Gustavo, Filipe Mota e Carlos Ribeiro, em um páreo realmente difícil de se apontar quem é o melhor.

E no street feminino, nossa estrela maior Rayssa Leal, é "hours concours" na busca por mais uma medalha olímpica, deixando as duas outras posições entre Gabi Mazetto, que se mantém no jogo, e Pamela Rosa, que com toda sua energia deve fechar o time brasileiro que irá usar nosso uniforme nas Olimpíadas de Paris.

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