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GM fecha fábricas na Colômbia e Equador e vira importadora nos dois países

Gabriel Lima

Colaboração para o UOL

30/04/2024 16h41Atualizada em 02/05/2024 13h05

A General Motors anunciou nesta terça-feira (30) que está encerrando suas atividades em dois países da América do Sul: Colômbia e Equador. Porém, a montadora diz que seguirá nos dois mercados como importadora de veículos - em modelo similar ao que a Ford adota no Brasil desde quando encerrou suas atividades locais de manufatura, em janeiro de 2021.

O que aconteceu

A GM já iniciou o processo de fechamento de suas fábricas em Bogotá, na Colômbia, e em Quito, no Equador.

A unidade colombiana era responsável pela fabricação do Chevrolet Joy, que é a primeira geração do Onix, desde 2022. Já a fábrica equatoriana é responsável pela produção da picape Chevrolet D-Max - que seguirá em produção até agosto. Ambas as fábricas funcionavam com grande ociosidade, com apenas 9% e 13% de capacidade produtiva, respectivamente.

As fábricas de Bogotá e Quito são pertencentes à General Motors desde 1979 e 1982, respectivamente.

Com os dois fechamentos, a GM segue na América do Sul com suas cinco fábricas no Brasil - Gravataí (RS), Joinville (SC), Mogi das Cruzes (SP), São Caetano do Sul (SP) e São José dos Campos (SP) - e com sua única na Argentina, em Rosário.

Confira o comunicado da GM:

A General Motors anunciou na sexta-feira, dia 26 de abril, mudanças importantes em suas operações na Colômbia e no Equador. As medidas vão permitir que a empresa esteja mais bem posicionada para oferecer aos seus clientes veículos, tecnologias e serviços mais avançados.

O processo de encerramento das operações de manufatura na fábrica Colmotores na Colômbia já iniciaram. Na fábrica OBB no Equador, as operações de manufatura serão encerradas no final de agosto. Com isso, a GM passa a atuar nestes respectivos países em um modelo de negócio exclusivamente comercial, suportado pela excelência nos serviços de vendas e pós-vendas da rede de concessionárias.

A decisão permitirá que a empresa alcance maior competitividade na América do Sul, garantindo sustentabilidade para o futuro. Os investimentos recentemente anunciados pela empresa no Brasil vão acelerar a mobilidade sustentável na região por meio da renovação do portfólio, desenvolvimento de tecnologias inovadoras, evolução das operações e criação de novos negócios.

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