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Analista da CNN volta ao ar após masturbar-se em videoconferência

Jeffrey Toobin, um analista da CNN afastado após se masturbar em uma conferência de Zoom - SLAVEN VLASIC/AFP
Jeffrey Toobin, um analista da CNN afastado após se masturbar em uma conferência de Zoom Imagem: SLAVEN VLASIC/AFP

Da AFP, em Washington (EUA)

10/06/2021 18h26Atualizada em 11/06/2021 12h40

Um colaborador da CNN afastado da emissora por oito meses após se masturbar em uma conferência de Zoom com colegas da revista The New Yorker voltou ao ar ontem.

Jeffrey Toobin, um proeminente analista jurídico da CNN, aparentemente se expôs inadvertidamente em outubro durante uma videoconferência com colegas da revista The New Yorker, onde também trabalha.

A revista o demitiu e ele ficou afastado da CNN até sua reaparição nesta quinta-feira.

Toobin, 61, explicou que acreditava que a câmera de seu computador estava desligada quando foi visto se masturbando durante a videoconferência.

"Acho que precisamos abordar o que aconteceu nos meses desde que te vimos", disse a ancora da CNN Alisyn Camerota. "No que você estava pensando?".

"Eu pensei que tinha desligado o Zoom!", respondeu Toobin. "Isso não é uma defesa. Foi profundamente estúpido e indefensável", continuou. "Eu sou um ser humano imperfeito que comete erros".

Toobin afirmou que passou os últimos meses "tentando ser uma pessoa melhor. Tento me tornar o tipo de pessoa em quem os outros podem confiar novamente".

Um porta-voz da CNN confirmou que ele retornará ao cargo de analista jurídico-chefe da emissora.

Além de trabalhar na revista The New Yorker e na CNN, Toobin já trabalhou como procurador e autor de vários livros.