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Libertadores: 10 motivos para torcer pela entrada de times dos EUA e Canadá

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Imagem: Getty Images

Do UOL, em São Paulo

27/10/2018 04h00

A Conmebol estaria discutindo a entrada de times norte-americanos e canadenses da Major League Soccer (MLS) na Copa Libertadores a partir de 2020, além da volta dos mexicanos, que participaram da competição entre 1998 e 2016. Resta saber como será o novo formato do torneio, e como o calendário será adaptado para viabilizar viagens de até nove horas até os Estados Unidos. Por outro lado, não faltam motivos para se animar com a novidade:

  • AP Photo/Susan Walsh

    Astros jogando no Brasil

    Zlatan Ibrahimovic, Wayne Rooney, Bastian Schweinsteiger, David Villa, Ashley Cole... Grandes nomes do futebol mundial que atuam na MLS podem aparecer no estádio do seu time caso a Libertadores passe a contar com times norte-americanos. Seria a chance do Ibra de Itaquera conhecer o Ibra de verdade...

  • Divulgação

    Novo mercado

    Fazer jogos da Libertadores nos Estados Unidos seria uma oportunidade para os clubes brasileiros fortalacerem a marca no exterior e atraírem novos investimentos: quem sabe conseguir patrocínios de empresas como American Airlines, ExxonMobil, Google, etc. Camisas do seu time começariam a ser vendidas no mercado mais poderoso do mundo. Lembrando que a Copa do Mundo de 2026 vai acontecer por lá...

  • Demian Alday/Getty Images

    Mais transparência no apito

    Com a entrada de times dos Estados Unidos, deve aumentar a transparência na arbitragem dos jogos da Copa Libertadores e nos julgamentos dentro da Conmebol. Os norte-americanos são conhecidos pelo profissionalismo e dificilmente aceitarão de competições com casos polêmicos como a eliminação do Santos na competição e a permanência de Boca Juniors e River Plate por situações semelhantes e erros grotescos do VAR como a expulsão do zagueiro Dedé, contra o Boca.

  • John Moore / AFP

    Show de organização

    Além de garantir a lisura nos bastidores, os norte-americanos têm muito a contribuir naquilo que é a grande especialidade deles: promover um espetáculo. Em termos de marketing, a entrada de times da MLS pode ser um marco para a Libertadores se tornar um sucesso comercial. Já pensou em um show do intervalo na final, assim como acontece no Super Bowl?

  • Lucas Uebel/Getty Images

    Valorização do torneio

    Há quem diga que o nível esportivo da Libertadores tende a cair com a entrada de times norte-americanos. Por outro lado, não há como negar que o torneio iria se valorizar no mercado e ganhar mais credibilidade internacional. Com um novo formato incluindo mexicanos e times da MLS, a Libertadores tem tudo para ser legitimada como a Liga dos Campeões das Américas.

  • iStock

    Jogos mais rentáveis

    Já pensou no aumento da audiência de TV que a Libertadores teria com times norte-americanos? A final do torneio finalmente poderia competir com os maiores eventos esportivos do mundo. Tudo isso significaria mais dinheiro de direitos de transmissão para os clubes, além de uma premiação bem mais robusta.

  • Paul Sancya/AP

    Jogos com lotação histórica

    Em 2014, um amistoso entre Manchester United e Real Madrid levou 109 mil pessoas ao Michigan Stadium. Neste ano, no mesmo estádio, o clássico entre United e Liverpool foi visto por 101 mil torcedores. Times brasileiros podem não ter tanto apelo mundial, mas têm torcida por lá e poderiam atrair grandes lotações. A MLS tem média de público melhor que o Brasileirão: o líder no quesito é o Atlanta United, que recebeu mais de 53 mil pessoas por jogo na última temporada.

  • Stephan Savoia/AP Photo

    Torcida fora do Brasil

    Segundo o Itamaraty, mais de um milhão de brasileiros moram nos Estados Unidos. Levar a Libertadores para lá seria a chance de fortalecer o engajamento deles na torcida pelo time do coração. Além de conseguir novos torcedores norte-americanos, por que não?

  • Alexandre Vidal/Fla Imagem

    Intercâmbio de informações

    Dentro de campo, eles têm muito a aprender com a chance de enfrentar equipes teoricamente mais fortes e conhecer propostas de jogo mais competitivas. Fora de campo, os norte-americanos estão muito à nossa frente, especialmente no que diz respeito à gestão dos clubes. Uma Libertadores integrada facilitaria o intercâmbio de informações e o aprendizado dos times brasileiros neste sentido.

  • Orlando City/Divulgação

    Maior vitrine para jogadores brasileiros

    Com a entrada de times da MLS na Libertadores, os clubes brasileiros ganhariam um novo mercado de transferências. Jogadores daqui poderiam se valorizar mais em possíveis negociações para os Estados Unidos, assim como os atletas de lá virariam opções para reforçar o seu time... Que tal?

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