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Movimento que vale Ouro

Enquanto estuda, empreende e ajuda a mãe, Lucas Verthein é um atleta já de olho na próxima conquista

oferecido por Selo Publieditorial CBR/Miriam Jeske

Antes das 10h30, o remador Lucas Verthein já treinou por cerca de cinco horas. Mas seu dia, que começa antes do sol nascer, ainda tem muito pela frente. Nas horas seguintes - que jura que para ele também são apenas 24 horas -, ainda trabalha na loja de conserto de eletrônicos que tem com um amigo na zona oeste do Rio, entrega os quitutes que a mãe vende pelos bairros da zona sul e faz faculdade de administração de empresas. O obstinado jovem carioca de 22 anos, único remador brasileiro classificado para a maior competição esportiva do mundo, tem muitas metas e está sempre em movimento, mas não se distrai.

CBR/Miriam Jeske CBR/Miriam Jeske

"Quando coloco um foco na minha cabeça, quero dar o melhor de mim", conta. "Se quero ser o melhor remador, vou trabalhar firme até que consiga chegar nesse patamar. Da mesma forma, no dia a dia, tudo que pego, tento fazer da melhor forma possível. Não consigo deixar nada pela metade, sou um cara muito obstinado, que está sempre buscando evoluir. Realmente não descanso até estar com tudo no lugar". E sempre foi assim. "Desde que me entendo por gente", ri.

Lucas começou a remar em 2012, por curiosidade. Não sabia bem o que era a modalidade e viu ali a oportunidade de aprender algo novo e diferente. Mas logo se apaixonou e moldou todo seu cotidiano para se movimentar rumo às conquistas que pretendia alcançar no esporte. Pode parecer contraditório à primeira vista, mas Lucas se dedica a tantas atividades no dia a dia justamente por ter um único foco tão definido - seu desempenho no remo.

O atleta conta que seu técnico sempre o orientou a priorizar os estudos junto com o esporte, mas, além disso, a bolsa na faculdade permite que ele se qualifique para atuar melhor no empreendimento que tem com o amigo. "Uso isso a meu favor. Comecei a trabalhar com meu amigo simplesmente para, futuramente, ter condição de poder investir mais ainda no meu esporte. Então está tudo relacionado", conta.

A ideia é se mover e não ficar à mercê das condições que encontrar. Por exemplo: um dos equipamentos que ele usa para treinar no seu clube foi comprado por ele mesmo, numa competição internacional em 2017, e é mais moderno do que aqueles aos quais ele tinha acesso. "Sempre é bom conseguir essa condição de poder viajar para outro país, fazer um campo de treinamento, competições lá fora que sejam bancadas por mim mesmo, um planejamento mais extenso do que geralmente está armado pela confederação. Acredito que o atleta tem que sempre estar evoluindo, se preparando e investindo nele mesmo."

Os objetivos de Lucas são assim, olhando longe. Mirando já na próxima competição.

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