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Tesla anuncia demissões em massa e reduz produção após vendas frustrantes

Linha do Tesla Model 3 na China Imagem: REUTERS/Aly Song

Gabriel Lima

Colaboração para o UOL

16/04/2024 12h53Atualizada em 16/04/2024 12h53

A Tesla anunciou demissões em massa, com o desligamento de mais de 10% do seu quadro atual de trabalhadores, após a desaceleração das vendas de seus carros elétricos no primeiro trimestre de 2024.

Crise na Tesla

A marca norte-americana de carros elétricos comandada por Elon Musk relatou números considerados "decepcionantes" por analistas e investidores.

Potencialmente, 15 mil funcionários em todo o mundo devem ser demitidos pela Tesla - maior número dos últimos anos. A marca demitiu 2% de seu quadro de funcionários em 2017, 9% em 2018, 7% em 2019 e cerca de 3% em 2022.

Antes do anúncio das demissões, a Tesla desacelerou a produção em várias fábricas, incluindo Xangai, na China - sua fábrica mais eficiente.

Na fábrica do Texas nos EUA, a montadora também encurtou os turnos de produção do Cybertruck recentemente. Normalmente, a linha do Cybertruck trabalhava em turnos de 12 horas - das 6h às 18h e das 18h às 6h. Porém, estes turnos foram reduzidos para 11 horas de dia e 10h30min à noite.

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