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Este conteúdo é uma produção do UOL Content_Lab para Petz e não faz parte do conteúdo jornalístico do UOL. Publicado em Dezembro de 2023

Geração P

Grupo Petz reformula serviços e produtos para atender a demanda de nova geração de tutores mais exigentes

oferecido por Selo Publieditorial

Existe uma nova geração de tutores de animais de estimação que não se define pela idade, região ou classe social, mas sim pela conexão especial com seus pets: a "Geração P". Foi o que identificou uma pesquisa do Grupo Petz, em parceria com o instituto IMO Insights.

É que a relação tutor-pet vem se fortalecendo há milhares de anos, e a cada geração se torna mais e mais próxima. "Percebemos que existiam algumas tendências de comportamento do vínculo entre tutor e pet, que achamos curiosas, e fomos pesquisar para entender essas mudanças", diz Matheus Machado, gerente de marketing da rede Petz.

No passado, havia uma relação muito mais de posse do animal. Hoje, após um longo e constante processo de humanização dos pets, eles passaram a fazer parte da família.

Hoje é natural falar que a gata ou o cachorro dormem com você, mas não era a realidade até pouco tempo atrás, quando os pets às vezes nem saíam da garagem.

Matheus Machado

Já em 2017, levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas mostrava que 61% dos tutores consideram seus pets como membros da família. Hoje, de acordo com a pesquisa Petz, esse número subiu para 88% - dado que é ainda mais expressivo entre jovens adultos: 92%.

Além disso, têm cada vez mais exigências de tratamento humanizado para seus bichinhos, como alimentação saudável, atendimento em casa, exercícios físicos e cuidados comportamentais.

Amor que não se mede

Quem encabeça essa transformação é a classe média alta urbana, particularmente entre jovens de 25 a 34 anos. Tratam seus pets como filhos, querem locais adequados para passear e até viajar sem deixá-los para trás, e não economizam nos cuidados de saúde e bem-estar.

O publicitário Rafael Ávila, 31, tutor do Boni, 2, exemplifica essa tendência. Gastou, sozinho, mais de R$ 18 mil no tratamento do Boni, antes mesmo de concretizar a adoção.

"Ele tinha cerca de 8 meses quando o vi para doação numa página do Facebook. Na minha cabeça era uma idade boa, porque ele já não seria tão destruidor. Eu tinha acabado de me mudar, então os móveis eram todos novinhos", conta Rafael.

O problema é que, quando conseguiu uma resposta definitiva e positiva sobre a adoção, o cachorro estava internado em um hospital veterinário devido aos maus tratos recebidos dos tutores anteriores, uma família de baixa renda que não conseguia nem sequer alimentá-lo.

Já apaixonado pelo companheiro que ele nem havia encontrado pessoalmente, Rafael se comprometeu com a conta do veterinário e passou a acompanhar o tratamento de perto. "Ia todos os dias à clínica, para ver como ele estava, e sabendo que ele poderia não resistir", conta.

Em algumas semanas, Boni começou a se recuperar e pode ir para a casa nova, mas ainda exigia cuidados intensivos e o uso de medicamentos caros. "Eu tinha que dar remédio de duas em duas horas, e passar pomada em uma das patinhas, que corria o risco de ser amputada. Nesse período, eu mal dormia. Tinha dias em que eu só queria chorar..."

Ironicamente, Rafael optou pela adoção porque acha absurdo pagar R$ 5 mil, R$ 10 mil em um animal de raça. Questionado do motivo de tamanho envolvimento, quando ele poderia simplesmente escolher outro animal, Rafa é categórico: "Era pra ser ele! Meu instinto me dizia que eu não podia desistir do Boni".

Informação na base

Todas essas mudanças alteraram também o tipo de consumo das famílias com pet, com maiores demandas por serviços que proporcionem mais qualidade de vida e diversão para os bichinhos.

Hoje, não basta dar uma boa ração e as vacinas obrigatórias. Os tutores querem serviços que permitam maior interação e aproximação com seus pets. Criam contas em redes sociais, dão preferência a locais pet friendly e até escrevem livros sobre eles.

Caso da farmacêutica Fernanda Biagio, 37, que lançou em agosto deste ano um livro "escrito" por sua cachorra, Patela. "As aventuras de Patela" está à venda nas principais plataformas de e-book, e conta a história de superação da vira-lata, que foi desenganada quando filhote.

Diagnosticada com cinomose, doença infecciosa grave que pode levar o animal a óbito, exigiu muita pesquisa e muita dedicação dos tutores. "Tratamos com unhas e dentes, e conseguimos reverter. Era para ela ter sido sacrificada, hoje está comemorando 13 anos com a gente", conta Fernanda.

O acesso à informação também facilitou essa aproximação entre tutores e pets, e é fundamental na hora de cuidar de um animal. Ciente disso, a Petz investiu para tornar seu blog um hub relevante na área. Hoje, é uma das principais referências no tema.

De cada 5 visitantes que chegam ao site, 4 estão atrás de conhecimento, de acordo com a Semrush, plataforma de análise de SEO e marketing digital.

Adoção inesperada

Informação de qualidade foi fundamental na relação da terapeuta vibracional Carolina Araújo, 42, que não tinha nenhum conhecimento prévio sobre como cuidar de gatos quando adotou o Odin, seu primeiro pet, hoje com 9 anos.

"Fui visitar meu tio e vi que o Odin tinha uma ferida feia no pescoço. Já fazia algumas semanas que meu tio estava tratando, mas não melhorava", conta. Diagnosticado com Fiv (conhecida como aids felina), pegou uma bactéria resistente, por isso a ferida demorou meses para sarar.

Mas tudo isso ela só descobriu depois de resgatá-lo, no que ela chama de "adoção inesperada". Assim como Rafael, ela sabia que se não resgatasse o Odin do sítio onde era criado solto, ele não sobreviveria.

Buscou estudos e consultou veterinários especializados para conseguir dar o melhor tratamento para o Odin. Ele fez acupuntura por um ano, come ração especial e faz visitas regulares ao veterinário.

E passeia com frequência pelo bairro, levado na coleira pela tutora. "A vizinhança toda conhece ele", conta Carol.

Protetor acidental

O escritor Alexey Dodsworth Magnavita de Carvalho, 52, também se apoiou na internet para desbaratar uma colônia de gatos da vizinhança, durante a pandemia.

Apesar de não se considerar exatamente um protetor, sempre tratou e doou animais necessitados que cruzavam seu caminho. Até que se deparou com uma colônia de quase 40 gatos, todos criados soltos, sem castrar e sem nenhum cuidado de saúde e higiene.

Ele e o marido, Leonardo, 36, tinham apenas uma gata, Mina, adotada há 9 anos em um momento delicado, em que Alexey tratava de um câncer. Como teria que parar de viajar e ficar mais em casa para o tratamento, aceitou adotar uma gatinha que tinha sido abandonada em uma praça próxima.

Mina reinou durante anos, até que, na pandemia, Alexey e o marido se mudaram para uma casa grande, cheia de árvores, quase uma chácara. Aí descobriram que havia um vizinho idoso com problemas mentais que acumulava gatos. "Ele só alimentava, mas não deixava que ninguém levasse ao veterinário nem para castrar".

Alexey decidiu então 'roubar' os gatos, um a um. Dos 38, doou 32: dois ficaram com ele, a Baunilha, uma gata muito carinhosa e apegada - o contrário da Mina -, e o Merlin, um gato laranja que foi amor à primeira vista. Mais recentemente, Cookie (remanescente da colônia) reapareceu, e agora mora em uma parte isolada e protegida da casa, pois é um gato feral Fiv+.

As doações, e também uma vaquinha para financiar os tratamentos e castrações, foram todas online, com a ajuda de amigos e dos seus mais de 12 mil seguidores do Facebook.

Os outros quatro gatos da colônia, que não puderam ser doados por serem muito agressivos, ele mantém em um abrigo, além de um pitbull também resgatado por ele, pelos quais é responsável legal e financeiramente.

Família estendida - e legal

A família multiespécie está também no radar do governo: o Projeto de Lei 179/23, que tramita na Câmara, regulamenta o conceito e prevê uma série de direitos para os animais de estimação, incluindo, por exemplo, o direito à justiça e a herança.

E visa ainda regular questões como a guarda compartilhada, hoje decidida de forma informal pelos tutores. A ideia é que, com a regulamentação, o arranjo seja centrado no bem-estar do animal.

Foi isso que norteou a decisão dos amigos Antonio Carlos Tiva, 53, Ricardo S. R. de Souza, 44, e Juliano Batista, 32, que adotaram dois cachorros quando ainda moravam juntos, e passaram um ano compartilhando a guarda do Adolfo, 10, e da Elena, 6, entre três casas.

"Nem passou pela nossa cabeça fazer diferente", conta Ricardo. "Pra mim é como um filho, não tem como falar 'vou ficar com um e você com outro'. A prioridade era mantê-los juntos. Se fossem separados, eles iam sentir muito. Se tínhamos receio de estresse com a mudança, uma certeza é que eles iam ficar muito mais tristes se fossem separados, completamente confusos", diz Antonio.

Tanto que, quando decidiram morar sozinhos, escolheram apartamentos bem próximos uns dos outros. Foram quase dois anos compartilhando entre os três, até que o Antonio e o Ricardo voltaram a morar juntos.

Hoje, Adolfo e Elena passam duas semanas com Antonio e Ricardo e uma com o Juliano, que continua morando próximo dos amigos, para facilitar idas e vindas.

Na minha casa ou na sua? Conheça mais da história do Adolfo, 10, e a Elena, 6, de São Paulo, que foram adotados pelos amigos e eventuais companheiros Antonio, Ricardo e Juliano. Hoje, os três dividem a guarda dos dois cachorros igualmente.

Ecossistema animal

A Petz está se reestruturando para oferecer ainda mais produtos e serviços que ajudem a fortalecer essa conexão entre humanos e animais de estimação. A empresa vem investindo em um ecossistema completo de soluções.

Atuando em 3 pilares diferentes desde 2007, sendo "adoção, doação e formação", o Programa Adote Petz ultrapassou a marca de 70 mil animais adotados. Com o objetivo de diminuir o índice de pets abandonados e fazer a diferença na vida de cães e gatos que vivem em abrigos, é o maior programa de incentivo à adoção responsável em parceria com ONGs e protetores independentes voltados à causa animal que temos no país.

"É um ecossistema no qual o tutor encontra tudo o que precisa, num lugar só: rações, remédios, brinquedos, consulta com veterinários...", diz Matheus. Tudo nas mais de 240 lojas físicas da rede ou na palma da mão. Recentemente, a Petz transformou seu aplicativo em uma plataforma 360, integrando a venda de produtos a serviços e soluções.

Para agendar uma consulta, por exemplo, não é mais preciso baixar o app de Seres (Centro Veterinário com uma rede completa de clínicas, consultórios, hospitais 24hs além de um centro de diagnóstico). Agora, tanto consultas quanto serviços de banho e tosa estão todos no mesmo lugar.

O programa de fidelidade também está mais integrado à jornada do cliente, e o site traz ainda conteúdos informativos que figuram entre os mais buscados e acessados no Google.

Eles merecem o melhor

Além disso, a Petz também tem apostado em marcas exclusivas, para atender a esse novo tutor, que também quer peças de design e produtos diferenciados para seus amores de quatro patas.

Adquiriu, entre 2021 e 2022, quatro marcas de destaque em seus nichos: a Zee.Dog, que oferece brinquedos e acessórios com design exclusivo, além de alimentação natural de qualidade; a Petix, líder no mercado de tapetes higiênicos; o Cansei de Ser Gato, curadoria digital de produtos para felinos; e o Cão Cidadão, especialista em comportamento animal que funciona como uma franquia de adestradores. Essas marcas próprias representam 8% do faturamento da Petz e a expectativa é que esse número dobre nos próximos cinco anos.

Fica claro, com todas essas inovações, que a Petz está sempre acompanhando as mudanças nesse novo universo de tutores apaixonados pelos seus pets, oferecendo soluções e uma experiência completa para fortalecer ainda mais essa relação de amor e cuidado. "Desde a adoção, e por toda a vida do pet, a Petz está ali, em todos os momentos", conclui Ana Brandão, Gerente de Brand Design.

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*Pesquisa quantitativa realizada por meio de painel online, no período de 22 a 25 de setembro de 2023, com 753 entrevistas com tutores de 1 ou mais animais de estimação. A margem de erro é de 4%, em um intervalo de confiança de 95%.

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