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01/07/2011 - 13h06

Apenas OAS apresenta proposta para obras da Arena da Baixada, que devem atrasar

João Carlos de Santa
Em Curitiba
  • Estádio Arena da Baixada, cujas obras para a Copa do Mundo de 2014 ainda não começaram

    Estádio Arena da Baixada, cujas obras para a Copa do Mundo de 2014 ainda não começaram

A Construtora OAS foi a única a apresentar uma proposta para tocar as reformas na Arena da Baixada, como vistas à Copa do Mundo de 2014. A oficialização aconteceu em uma reunião com a diretoria atleticana,  na noite de quinta-feira, ultimo dia para que as construtoras interessadas se manifestassem. Cinco empresas haviam mostrado interesse.

“Foi uma apresentação prévia, mas não vamos divulgar os detalhes, até que a proposta seja apreciada por todas as instâncias envolvidas”, disse o presidente do Conselho Deliberativo, Gláucio Geara ao UOL Esporte.

O dirigente disse que o começo das obras ainda não está definido, mas o clube deseja que isto aconteça o mais rápido possível. No entanto, a proposta ainda terá que passar por longa análise e ajustes e ser aprovada pelo Conselho Deliberativo do clube, que deve ser reunir apenas no próximo dia 25.

Assim, é pouco provável que os trabalhos comecem em agosto, como desejava o clube. Geara evitou falar em prazos. “Quem vai definir é a construtora. A modelagem do acordo que estamos montando prevê que a empresa vencedora deve apresentar um plano para a obra”, disse.

O secretário estadual para Assuntos da Copa e conselheiro do clube, Mário Celso Cunha, no entanto, admitiu que dificilmente os trabalhos se iniciam em agosto. Em declaração ao jornal Gazeta do Povo ele informou que há uma série de trâmites burocráticos que terão que ser percorridos, o que inviabilizaria o início das obras no mês que vem.  

Ainda serão necessários alvarás de licenciamentos e das desapropriações no entorno do estádio, além do financiamento do que falta para fechar o orçamento, o que ficará por conta da construtora. Segundo Mário Celso Cunha a empresa deverá tomar um empréstimo junto ao  Banco Nacional de Desenvolvimento Econô­mico e Social (BNDES).

O custo inicial da reforma foi orçado, no ano passado, em R$ 135 milhões, mas já teria sido revisto para próximo de R$ 220 mi. O organizadores da Copa em Curitiba, porém, trabalham com um número menor, R$ 175 milhões,  contando com isenções de impostos e a retirada de algumas exigências feitas pela Fifa.

Se aprovado no Conselho, o documento seguirá para apreciação do governo estadual e da Prefeitura de Curitiba, que são co-participantes do projeto de conclusão do estádio. Nesta reunião será firmado um documento de direitos e deveres entre as partes.

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