Previne envelhecimento, ajuda saúde do coração: veja os benefícios do Cupuaçu

Por Cecilia Felippe Nery

O cupuaçu é uma fruta nativa da Amazônia e muito conhecida pelos índios da região que, além de o apreciarem para consumo, utilizam-no por suas propriedades curativas.

iStock

O fruto ainda apresenta três variedades: cupuaçu redondo; cupuaçu mamorama; e cupuaçu mamau.

Janduari Simões/Folhapress

A fruta contém 53 kcal em 100 g de polpa, além de cálcio (8,9 mg); fósforo (16,3 mg); ferro (0,4 mg); vitamina C (24,5 mg); proteína (1,1 g); gorduras (1,25 g); fibras (2,42 g) e carboidratos (10,5 g).

Getty Images/iStockphoto

Veja as principais vantagens da fruta a seguir:

Nossa/UOL

1. Ajuda na imunidade e previne envelhecimento

iStock

O cupuaçu contém vitamina C, que protege as células dos efeitos dos radicais livres e, portanto, previne o envelhecimento das células e oferece suporte ao sistema imunológico.

Getty Images

2. É fonte de energia

iStock

O fruto fornece energia, por ter teobromina, uma substância semelhante à cafeína. Com isso o organismo fica mais ativo, assim é ideal ser consumido antes de atividades físicas.

iStock

3. Ajuda no funcionamento do intestino

iStock

O cupuaçu ajuda a aliviar dores abdominais pela presença de vitaminas e minerais, que permitem o bom funcionamento do intestino.

iStock

4. Faz bem ao coração

iStock

Devido à presença de teobromina, que é vasodilatadora, o cupuaçu diminui a pressão arterial e ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares.

iStock

O cupuaçu pode ser consumido de diversas formas como: mousses, bombons, balas, biscoitos, iogurtes, licores, vinhos, geleias, sorvetes e demais doces a partir de sua polpa.

Divulgação

O cupuaçu quase não apresenta contraindicação. É um alimento 100% natural, que pode ser consumido por todos.

Getty Images/iStockphoto

Porém, quando consumido exageradamente e por quem tem síndrome de intestino irritável, pode provocar sintomas desagradáveis como cólicas, distensão abdominal e gases.

iStock
Publicado em 26 de fevereiro de 2024.