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03/08/2011 - 13h15

Nova modelagem para Arena atrai atenção do Tribunal de Contas do Paraná

Do UOL Esporte
Em Curitiba
  • Obras para adequar Arena às exigências da Fifa atraem a atenção do Tribunal de Contas Estadual

    Obras para adequar Arena às exigências da Fifa atraem a atenção do Tribunal de Contas Estadual

 

O modelo aprovado pelo Conselho Deliberativo do Atlético-PR, para as obras da Arena da Baixada, atraiu a atenção do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR), que promete vigiar mais de perto a execução do projeto, que prevê a aplicação de dinheiro do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), gerenciado pelo Governo do Estado.

Segundo informou o jornal Gazeta do Povo, o TCE resolveu convocar o presidente da Agêcia de Fomento do Estado, Juraci Barbosa, para prestar esclarecimentos sobre a engenharia financeira, envolvendo dinheiro publico, para a conclusão do estádio, com vistas à Copa do Mundo de 2014. 

A nova modelagem das obras, aprovada na semana passada, prevê que o Atlético irá gerenciar sozinho a reforma, buscando dinheiro por meio de empréstimos e dispensando a parceria com uma construtora,  que vinha sendo negociada pela atual diretoria do clube.

“Até semana passada, a gente não entrava muito nesta parte do estádio, porque estava mais encaminhada uma parceria privada, uma associação com alguma construtora, mas agora vamos acompanhar mais de perto”, disse o conselheiro Heinz Herwig, que presidente o Grupo de Trabalho da Copa do TCE-PR.

De acordo com o jornal, a preocupação do TCE  é quanto a possível utilização de dinheiro público e a forma com ele será empregado. A nova engenharia financeira prevê que o governo estadual faça um empréstimo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) e o repasse ao Atlético-PR por por meio do FDE. O clube teria 15 anos para quitar o empréstimo, de cerca de R$ 90 milhões, dando como garantia títulos de potencial construtivo, concedidos pela Prefeitura de Curitiba.

“Esta proposta de solução foi apresentada e queremos saber como isso será legalmente constituído, como o dinheiro vai entrar. Sempre ouvi dizer que não haveria dinheiro público, mas parece que isso está mudando”, comentou Herwig ao jornal.

 

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