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29/07/2011 - 12h11

Prefeito do Rio diz que pode voltar a usar dinheiro público para custear evento da Copa

Bruno Freitas, Ricardo Perrone e Thales Calipo
No Rio de Janeiro

A tática de empregar R$ 30 milhões dos cofres públicos para bancar o sorteio preliminar da Copa do Mundo de 2014, que será neste sábado, às 15h, para ter animado os governantes cariocas. Nesta sexta-feira, o prefeito Eduardo Paes não só aprovou a estratégia, como disse que pode repetir o expediente para conseguir outros eventos ligados ao Mundial.

“A Prefeitura fez isso agora no sorteio preliminar e faria de novo, com certeza. Os R$ 15 milhões gastos pela Prefeitura valem muito o retorno que teremos com o evento. Não sei se eu serei prefeito em 2013, mas tenho certeza de que quem for vai brigar muito para ter o sorteio final”, disse o prefeito do Rio de Janeiro.

Como o UOL Esporte revelou na última sexta-feira, os governos municipal e estadual do Rio de Janeiro investiram, cada um, R$ 15 milhões, como um patrocínio, para o sorteio preliminar da Copa do Mundo de 2014, que será na Marina da Glória. O dinheiro foi pago a Geo Eventos, empresa ligada à Rede Globo e responsável pela organização do evento da Fifa.

“A Prefeitura do Rio disputou com as outras cidades e ganhou. O sorteio é importante porque traz visibilidade e propaganda para a cidade. O benefício financeiro com esse evento é incomensurável. Se fossemos gastar para ter toda essa visibilidade na mídia, o preço chegaria a R$ 120 milhões”, justificou o prefeito.

Nesta sexta-feira, em um evento repleto de gafes, o prefeito Eduardo Paes, o governador Sérgio Cabral, além do presidente da CBF e do COL, Ricardo Teixeira, e o mandatário da Fifa, Joseph Blatter, assinaram o acordo que confirmou a instalação do IBC (centro de mídia) da Copa de 2014 na capital fluminense. O local é apontado como o mais importante, depois dos estádios, em um evento como esse.

Palco também da final do torneio, o Rio de Janeiro, que nesta sexta-feira se auto-intitulou “a capital da Copa”, agora brigará para receber também o sorteio final dos grupos do Mundial, que acontecerá em 2013, nem que, para isso, os cofres públicos tenham de ser abertos novamente.

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