Por que preço de carros elétricos ainda não subiu?

Por Jorge Moraes

Desde 1° de julho, as alíquotas para carros híbridos e elétricos aumentaram para 25% (híbridos), 20% (híbridos plug-in), e 18% (elétricos).

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Este é o segundo aumento escalonado desde janeiro, quando as taxas eram de 12% para híbridos convencionais e plug-in e 10% para elétricos.

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A alíquota para carros eletrificados aumentará progressivamente até atingir 35% em 2026, incentivando a produção nacional.

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Os preços dos veículos podem não subir imediatamente devido ao estoque das concessionárias e a importações antecipadas pelos fabricantes.

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A BYD importou quase 5,5 mil unidades antes do aumento da alíquota, incluindo modelos ainda a serem lançados.

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A GWM pode esperar os movimentos da concorrente BYD antes de ajustar seus preços em resposta ao aumento do imposto.

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A Anfavea pediu ao governo a antecipação do imposto para melhorar a balança comercial do setor automotivo.

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A proposta de antecipação do imposto foi criticada por Ricardo Bastos, presidente da ABVE, e Alexandre Baldy, conselheiro especial da BYD.

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A Abeifa, representada por Marcelo Godoy, criticou políticas protecionistas, afirmando que a abertura do mercado nos anos 1990 beneficiou o parque industrial brasileiro.

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Segundo a Abeifa, barreiras alfandegárias são ineficazes e prejudiciais a médio e longo prazos, afetando negativamente a cadeia automotiva e a economia do Brasil.

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Publicado em 05 de julho de 2024.