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Sem Frescura: ficar sem lavar o cabelo por dias faz mal?

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Gabriela Ingrid

Do VivaBem, em São Paulo

22/06/2020 04h00

Há quem lave o cabelo todos os dias, quem lave dia sim e dia não, e quem passe dias sem lavar. Mas será que tudo bem ficar com ele intacto por um tempo?

Assim como acontece com a pele, as características dos cabelos variam muito de pessoa para pessoa. Isso quer dizer que não tem uma fórmula mágica: a frequência ideal para a lavagem do meu cabelo pode ser bem diferente do que é melhor para o seu.

O melhor a se fazer é, primeiramente, determinar qual é o seu tipo de cabelo. Uma vez que você sabe qual é, é só seguir a lógica: quanto mais oleoso ele for, mais frequentemente precisa ser lavado. Dependendo do nível de oleosidade, a recomendação é que a lavagem seja diária.

Se ele não for oleoso demais, dá para lavar os cabelos dia sim, dia não ou, dependendo do seu nível de atividade, até de dois em dois dias. Novamente, é algo que acaba variando de pessoa para pessoa. E aqui, até mesmo a idade influencia, já que pessoas mais jovens tendem a ter cabelos mais oleosos.

Agora, se você é do tipo que lava os cabelos todos os dias, é importante seguir algumas dicas importantes.

Evite usar água muito quente ou xampus muito agressivos, que podem irritar o couro cabeludo.

Outro ponto que merece atenção é se há presença de dermatite seborreica e caspa, o que em algumas pessoas pode indicar excesso de oleosidade na região.

Se esse for o seu caso, é bom aumentar a frequência de lavagens e evitar ficar com o cabelo molhado por muito tempo depois de lavar.

Além disso, o hábito de tomar sol por alguns minutos todos os dias tende a ajudar pessoas com esse quadro, uma vez que os raios ultravioletas são aliados no combate a essas inflamações.

Por fim, fica a recomendação: se mesmo lavando os cabelos frequentemente e com produtos adequados você ainda assim tiver problemas, o melhor a se fazer é procurar ajuda profissional.

Roteiro: Rodrigo Lara. Fontes: Silvana Lessi Coghi, dermatologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo; Fernando Macedo, dermatologista do Fleury Medicina e Saúde; Damaris Ortolan, dermatologista e tricologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia e Leonardo Abrucio, dermatologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.