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Israel passa a oferecer terceira dose para pessoas com 50 anos ou mais

Profissionais de saúde também receberão dose de reforço contra a covid-19 em Israel - Emmanuel Dunand/AFP
Profissionais de saúde também receberão dose de reforço contra a covid-19 em Israel Imagem: Emmanuel Dunand/AFP

Rami Ayyub

Em Tel Aviv (Israel)

13/08/2021 11h46Atualizada em 13/08/2021 11h49

Israel reduziu hoje e 60 para 50 anos a idade mínima para cidadãos receberem doses de reforço de vacinas contra covid-19, e também as oferecerão a profissionais de saúde, na esperança de conter uma disparada de infecções da variante delta do novo coronavírus.

O diretor-geral do Ministério da Saúde, Nachman Ash, aceitou na noite de ontem a recomendação de um conselho de especialistas de ampliar a oferta da terceira dose da vacina da Pfizer-BioNTech.

As pessoas autorizadas serão "pessoas de mais de 50 anos, profissionais de saúde, pessoas com fatores de risco graves para o [novo] coronavírus, presidiários e carcereiros", disse a pasta em um comunicado.

Após uma campanha de vacinação bem-sucedida lançada no final de 2020, durante a qual cerca de 60% da população recebeu duas doses da vacina da Pfizer, os casos novos caíram dos mais de 10 mil de janeiro para dígitos simples em junho.

Mas com a disseminação da variante delta em todo o mundo, as infecções novas disparam em Israel, tendo chegado a 5.946 na segunda-feira (9), e o número de quadros graves também aumenta.

Os israelenses de 60 anos ou mais começaram a receber as doses de reforço duas semanas atrás, antes da aprovação de terceiras doses da FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos).

Ontem, a FDA autorizou doses de reforço para pessoas com sistemas imunológicos comprometidos.

Mais de 700 mil idosos de Israel já receberam suas terceiras doses, e hoje grandes planos de saúde do país começaram a agendar vacinações para a faixa etária de 50 a 59 anos.

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