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Queiroga discute com SP possível compensação no envio de doses da vacina

Ministro Marcelo Queiroga recebe secretário estadual de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, em Brasília para discutir compensação no envio de doses da vacina - Jefferson Rudy/Agência Senado
Ministro Marcelo Queiroga recebe secretário estadual de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, em Brasília para discutir compensação no envio de doses da vacina Imagem: Jefferson Rudy/Agência Senado

Do UOL, em São Paulo

06/08/2021 14h18Atualizada em 06/08/2021 15h16

O ministro Marcelo Queiroga disse hoje, em Brasília, que estuda compensar São Paulo no envio de doses da vacina contra a covid-19, caso se comprove que há déficit no número de imunizantes que deveriam ser entregues ao estado.

Na quarta o Ministério da Saúde afirmou que enviou um número menor de doses da Pfizer porque, em outras entregas, SP retirou mais doses do que o previsto da CoronaVac. O estado negou.

Hoje, ao lado do secretário estadual de saúde, Jean Gorinchteyn, o ministro Queiroga disse que busca soluções para o problema.

"Estamos discutindo o número exato de doses a serem compensadas e a forma de compensar. O que está se discutindo aqui são milhares de doses que podem ser facilmente compensadas nas próximas pautas", afirmou Queiroga.

Matemática da vacina

O ministro Queiroga explicou que áreas técnicas do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde vão calcular novamente o número de doses já enviadas para descobrir se é preciso compensar o estado, ou se São Paulo é devedor do PNI (Plano Nacional de Imunização).

Segundo o ministro, se São Paulo tiver que compensar doses, o processo não prejudicará a campanha de vacinação estadual. "A maneira de resolver isso é através do diálogo. Estamos aqui para buscar soluções para os problemas e vamos resolver isso de forma conjunta".

Em Brasília, Gorinchteyn afirmou que um desconto abrupto no número de doses enviadas ao estado pode prejudicar jovens, "principalmente o grupo de adolescentes portadores de comorbidades e gestantes adolescentes".

Ele também agradeceu "a rápida acolhida" do ministro Queiroga. "A partir do momento que o estado de São Paulo trouxe a divergência de cálculos, imediatamente foi aberto pleito para que as partes técnicas pudessem fazer uma análise efetiva".

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