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Covid: Brasil alcança 24,5 mi de vacinados com 2 doses, 11,57% da população

Brasil já tem 24,5 milhões de pessoas vacinadas com duas doses contra a covid-19 - Evandro Leal/Enquadrar/Estadão Conteúdo
Brasil já tem 24,5 milhões de pessoas vacinadas com duas doses contra a covid-19 Imagem: Evandro Leal/Enquadrar/Estadão Conteúdo

Colaboração para o VivaBem, em São Paulo

22/06/2021 20h09Atualizada em 22/06/2021 20h44

Nesta terça-feira (22), o Brasil chegou à marca de 24,5 milhões de vacinados com duas doses contra a covid-19. Até o momento, 24.509.708 pessoas receberam a dose de reforço contra a doença, o que representa 11,57% da população nacional. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, com base nos dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.

A primeira dose de imunizante foi aplicada em 1.218.105 brasileiros entre ontem e hoje, elevando para 65.654.739 o total de vacinados nesta etapa inicial —o equivalente a 31% da população do país. Outros 118.832 receberam a segunda dose nas últimas 24 horas.

Os laboratórios responsáveis pela produção da CoronaVac, Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech recomendam a aplicação de duas doses da vacina para o combate mais eficiente ao novo coronavírus.

Proporcionalmente, Mato Grosso do Sul se mantém na liderança entre os estados com maior aplicação da primeira dose: 38,53% da população local.

O Rio Grande do Sul continua em primeiro lugar entre aqueles que, em termos percentuais, mais vacinaram com a segunda dose: 15,08% de seus habitantes.

Vacinação primeira dose - 22/06 - UOL - UOL
Imagem: UOL

Preço que governo pagou pela Covaxin foi 1.000% mais alto

Documentos do Ministério das Relações Exteriores mostram que o governo comprou a vacina indiana Covaxin por um preço 1.000% maior do que, seis meses antes, era anunciado pela própria fabricante. Telegrama sigiloso da embaixada brasileira em Nova Déli de agosto do ano passado, ao qual o jornal O Estado de S.Paulo teve acesso, informava que o imunizante produzido pela Bharat Biotech tinha o preço estimado em 100 rúpias (US$ 1,34 a dose).

Em dezembro, outro comunicado diplomático dizia que o produto fabricado na Índia "custaria menos do que uma garrafa de água". Em fevereiro deste ano, o Ministério da Saúde pagou US$ 15 por unidade (R$ 80,70, na cotação da época) —a mais cara das seis vacinas adquiridas até agora.

A ordem para a aquisição da vacina partiu pessoalmente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A negociação durou cerca de três meses, um prazo bem mais curto do que o de outros acordos.

No caso da Pfizer, foram quase 11 meses, período em qual o preço oferecido não se alterou (US$ 10 por dose). Mesmo mais barato que a vacina indiana, o custo do produto da farmacêutica americana foi usado como argumento pelo governo Bolsonaro para atrasar a contratação, só fechada em março deste ano.

Vacinação nos estados segunda dose - 22/06 - UOL - UOL
Imagem: UOL

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de saúde das 27 unidades da federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

Você utiliza a Alexa? O UOL fornece informações à inteligência artificial por voz da Amazon, com boletins de notícias e dados atualizados do número de brasileiros vacinados contra a covid-19. Para saber sobre a vacinação no país ou no seu estado com a credibilidade do UOL, pergunte: "Alexa, quantas pessoas já foram vacinadas no Brasil?", por exemplo, ou "Alexa, quantas pessoas foram vacinadas?". Nos encontramos lá!

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