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Cuidar da mente para uma vida mais harmônica


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Saúde e felicidade dependem uma do outra, mostra estudo

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Imagem: iStock

Do VivaBem, em São Paulo

25/07/2020 17h26

Um estudo publicado no periódico Psychological Science mostrou que o aumento do do bem-estar da saúde mental pode trazer benefícios à saúde física. Para chegar a descoberta, a pesquisa usou ensaios clínicos randomizados.

De acordo com os cientistas, as intervenções psicológicas que favorecem e aumentam o bem-estar tem efeitos positivos na nossa saúde física.

Como o estudo foi feito

  • Os cientistas recrutaram 155 adultos com idade entre 25 e 75 anos, que foram submetidos a uma intervenção psicológica durante 12 semanas. Nesse processo era abordado três fontes de testes de felicidade usando nomes como o "Eu Central", o "Eu Experimental", "e o" Eu Social ".
  • As três primeiras semanas focaram-se no Eu Central, ajudando as pessoas a identificar seus valores, pontos fortes e objetivos pessoais.
  • As próximas cinco semanas se concentraram no Eu Experimental, cobrindo a regulação emocional e a atenção plena.
  • Nas semanas seguintes, o Eu social foi testado, ensinando os participantes a cultivar e exercer a gratidão, promovendo inteirações sociais positivas e se envolver mais com a comunidade.
  • Durante os testes, os participantes tiveram que realizar em cada módulo uma lição de uma hora com informações e exercícios como tarefa de redação, registro diário e componentes de meditação guiada.
  • Quando essa etapa foi finalizada, os voluntários receberam avaliações e recomendações individuais de quais módulos seriam mais eficazes para melhorar sua felicidade a longo prazo. Os pesquisadores ainda acompanharam os participantes por mais três meses para observar a saúde mental e física de cada um.

"Todas as atividades foram ferramentas baseadas em evidências para aumentar o bem-estar subjetivo", reforça Kostadin Kushlev, um dos autores do estudo.

Resultados

Os participantes que receberam as intervenções e exercícios relataram o aumento de níveis crescentes de bem-estar subjetivo ao longo do programa de 12 semanas. Eles disseram ainda que ficaram menos doentes do que os participantes do controle durante o programa e três meses após o término.

"Esses resultados falam do potencial de tais intervenções serem dimensionadas de maneira a alcançar mais pessoas em ambientes como campus universitários, para ajudar a aumentar a felicidade e promover uma melhor saúde mental entre os alunos", finalizou Kushlev.

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