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Sintomas, prevenção e tratamentos para uma vida melhor


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Tempo mais frio pode fazer aparecer outros vírus respiratórios; saiba quais

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Imagem: iStock

Priscila Carvalho

Do VivaBem, em São Paulo

10/06/2020 11h00

Com a chegada do inverno e temperaturas mais baixas é comum ver o número de casos de gripe e outras doenças aumentarem.

E além de se preocupar com o coronavírus (Sars-CoV-2), agora é necessário ter maior cuidado também com outros vírus respiratórios que, se negligenciados, podem até matar. Abaixo, explicamos os mais comuns.

Influenza

É o vírus da gripe e do H1N1 e sua incidência aumenta sempre no outono e no inverno, mas pode começar a se manifestar em meados de abril. Normalmente, é mais agressivo em idosos e pode levar a morte ou evoluir para quadros de tosse aguda se não for identificado e tratado de forma rápida.

Sintomas mais comuns: febre acima de 38 graus, dor nas costas, tosse crônica e muita dor muscular. Às vezes, a recuperação pode levar de quatro até oito semanas.

Tratamento mais comum e eficaz: com o medicamento tamiflu e vacina, que é dada anualmente.

Rinovírus

É responsável pelo resfriado. É mais comum em regiões que apresentam estações bem definidas e dura praticamente o ano todo.

Sintomas: desconforto nas vias aéreas, coriza e incômodo no corpo. Às vezes, pode dar febre, mas não chega a ser muito alta.

Tratamento: lavar as mãos, manter o distanciamento social e cuidar de alergias.

Sincicial

É um dos causadores da bronquiolite, muito comum em recém-nascidos e em crianças de até dois anos. É mais frequente nessa faixa etária, justamente pela pouca imunidade.

Sintomas: chiado no peito, dor nos brônquios e dificuldade e dor no peito para respirar. Às vezes, vem acompanhado de catarro e tosse.

Tratamento: ainda não há vacina e o melhor é internação com acompanhamento médico e remédios específicos.

Qual o melhor jeito de prevenir a contaminação?

Assim como o coronavírus, esses vírus são combatidos com os mesmos cuidados que são feitos para evitar a covid-19. O ideal, segundo os especialistas, é sempre lavar as mãos, evitar aglomerações, lugares fechados e com pouca ventilação.

Além disso, com todas as medidas de isolamento que vêm sendo tomadas, os médicos acreditam que essas doenças diminuirão no frio e, caso se manifestem, terão um menor número de casos.

Fontes: Elie Fiss, pneumologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP) e Celso Granato, infectologista e diretor clínico do Grupo Fleury.

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