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Estudo mostra que azeite de oliva pode evitar várias formas de demência

Getty Images
Imagem: Getty Images

De Viva Bem, em São Paulo

28/11/2019 12h25

Um estudo feito pelos pesquisadores da Temple University, nos Estados Unidos, encontrou sugestões de que o azeite de oliva pode evitar o desenvolvimento de várias formas de demência.

Publicado pelo período científico Aging Cell, a pesquisa foi feita a partir da criação de dietas aplicadas em camundongos com idades correspondentes as dos humanos, de 30 a 40 anos.

Ao longo de seis meses sob essa dieta, os animais apresentaram 60% menos chance de desenvolverem doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e o Mal de Parkinson.

Para chegar ao resultado, foram analisados também os camundongos que não receberam a dieta. Esses não apresentaram um melhor funcionamento das funções cerebrais, ao contrário dos que ingeriram o azeite de oliva.

Essa melhoria, segundo os cientistas, acontece porque as regiões de impulsos nervosos são beneficiadas com a ingestão do alimento. Acredita-se que a proteína responsável por esse progresso seja a clomplexin-1.

"A percepção de que o azeite de oliva extravirgem pode proteger o cérebro contra diferentes formas de demência nos dá a chance de aprender sobre os mecanismos por meio dos quais ele sustenta a saúde cerebral", disse Domenico Praticò, diretor do Centro de Alzheimer da Temple University.

Com essa etapa concluída, agora os pesquisadores testarão os mesmos procedimentos em camundongos idosos, a fim de comprovar se, mesmo com a idade avançada, ainda é possível diminuir as chances do desenvolvimento das doenças neurodegenerativas.

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