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Vacinação contra a covid será obrigatória em áreas específicas de Hong Kong

Hong Kong é um dos poucos territórios do mundo que dispõem de doses suficientes para toda sua população, que ainda resiste a se imunizar - ALEKSANDER SOLUM
Hong Kong é um dos poucos territórios do mundo que dispõem de doses suficientes para toda sua população, que ainda resiste a se imunizar Imagem: ALEKSANDER SOLUM

Da AFP, em Hong Kong

02/08/2021 10h37Atualizada em 02/08/2021 10h37

Funcionários públicos, professores e profissionais de saúde de Hong Kong terão de ser vacinados contra a covid-19, ou se submeter a testes de detecção do coronavírus duas vezes por semana, pagos do próprio bolso — anunciou hoje o governo do centro financeiro.

Hong Kong é um dos poucos territórios do mundo que dispõem de doses suficientes para toda sua população, que ainda resiste a se imunizar.

Seis meses depois do início da campanha de vacinação, apenas 36% dos 7,5 milhões de habitantes receberam duas doses, e 48%, apenas uma.

Até o momento, o número de casos foi muito baixo, com quase 18 meses de proibição de entrada de não residentes no território. Todo viajante procedente do exterior deve cumprir uma quarentena de até três semanas em um hotel.

Nesta segunda-feira, a chefe do Executivo local, Carrie Lam, anunciou medidas para aumentar a taxa de vacinação, tornando a imunização contra covid-19 obrigatória para quatro setores: funcionários públicos, pessoal de saúde, funcionários de lares para idosos e professores.

A taxa de vacinação nesses setores vai de 70%, no caso dos funcionários públicos, e a apenas 47%, entre os professores.

"Há muito a melhorar", declarou Lam, acrescentando que as pessoas que não quiserem ser vacinadas deverão fazer o teste de coronavírus, às suas próprias custas, duas vezes por semana, salvo nos casos de contraindicação médica.

"Se as pessoas se negarem a se vacinar por razões que não sejam médicas, não acho que um governo responsável deva tolerar isso", completou.

Desde o início da pandemia, Hong Kong acumula cerca de 12.200 mortes.

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