PUBLICIDADE

Topo

Saúde

Sintomas, prevenção e tratamentos para uma vida melhor


Saúde

Agência europeia libera uso da vacina da Moderna em adolescentes

Vacina será administrada aos adolescentes seguindo o mesmo protocolo que para os maiores de 18 anos - Patrick T.Fallon/AFP
Vacina será administrada aos adolescentes seguindo o mesmo protocolo que para os maiores de 18 anos Imagem: Patrick T.Fallon/AFP

23/07/2021 11h55

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aprovou nesta sexta-feira (23) o uso da vacina anticovid da Moderna para jovens entre 12 e 17 anos, o segundo medicamento autorizado para adolescentes nos 27 países da União Europeia.

Vacina será administrada aos adolescentes seguindo o mesmo protocolo que para os maiores de 18 anos: duas doses no músculo do braço, com quatro semanas de intervalo.

"O Comitê de Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da EMA recomendou a concessão de uma extensão da vacina covid-19 Spikevax (anteriormente conhecida como Covid-19 Vaccine Moderna) para incluir o seu uso entre menores de 12 a 17 anos", afirmou o regulador europeu em um comunicado.

Os efeitos da Spikevax, da sociedade biotecnológica Moderna, foram analisados a partir de um estudo com 3.732 jovens dessa faixa etária.

O estudo mostrou que a vacina produziu uma resposta de anticorpos comparável à de adultos com idade entre 18 e 25 anos.

"Estes resultados permitiram concluir que a eficácia da Spikevax entre os jovens dos 12 aos 17 anos é semelhante à dos adultos", afirmou a agência com sede em Amsterdã.

A vacina da aliança Pfizer/BioNTech, que utiliza a mesma tecnologia de mRNA da Moderna, já havia sido licenciada para adolescentes nos Estados Unidos, Canadá e em toda a UE.

Os adolescentes no geral desenvolvem formas menos graves da covid-19 do que as pessoas mais velhas, mas podem ser infectados e participar da transmissão do vírus. Por isso, sua imunização é fundamental para conter a epidemia, segundo especialistas.

Metade dos adultos na Europa, 200 milhões de pessoas, já estão vacinados contra covid-19, declarou a Comissão Europeia na quinta-feira.

Saúde