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ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

Covid-19 e vacinas: aumento de casos não significa ineficácia dos imunizantes

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Roberto Kalil

Roberto Kalil Filho é médico cardiologista, professor titular da disciplina de Cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), presidente do Instituto do Coração (inCor/HCFMUSP) e diretor do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês. É responsável pelo portal de saúde Dr Kalil Coração & Vida, consultor do quadro Bem Estar, do programa ?Encontro?, da Rede Globo, e estreou o programa Minuto do Coração, na Jovem Pan.

Colunista do VivaBem

24/05/2021 04h00

Tenho recebido muitas dúvidas sobre o tema 'vacinação contra covid-19'. As mais comuns são: 'se tomei a primeira dose de um laboratório, posso tomar a segunda de outro?', 'se já tomei a segunda dose, porque ainda devo manter as medidas protetivas?' ou, ainda, 'as vacinas são realmente efetivas?'.

Vale ressaltar que as vacinas aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) são extremamente eficazes. Os protocolos de aprovação são rígidos. Mas, como se sabe, nenhuma garante 100% de proteção contra a transmissão do vírus - o que não quer dizer que o aumento de casos signifique ineficácia dos imunizantes.

Estas e outras perguntas são respondidas neste vídeo que gravei com o infectologista, professor titular do departamento de moléstias infecciosas e parasitárias da Faculdade de Medicina da USP e pesquisador, Esper Kallas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL