Nativa do Mediterrâneo, a alcachofra foi trazida ao Brasil por italianos no século 20. Com aparência exótica, é rica em polifenóis, inulina, fibras e minerais.
Composição nutricional: Possui 86,5% de água, proteínas, carboidratos, cálcio, fósforo, ferro, potássio, magnésio, vitaminas A, C e B2, com cerca de 60 calorias por unidade cozida.
Reduz o colesterol: Contém flavonoides, cinarina e inulina, que ajudam a diminuir o LDL e promovem a eliminação de gorduras pelas fezes.
Saúde do fígado: Melhora a função hepática, aumenta a produção de bile e auxilia na remoção de toxinas, graças aos antioxidantes presentes.
Ajuda na digestão: A cinarina e a inulina promovem uma digestão mais eficiente, combatem flatulências e protegem a flora intestinal.
Controle da glicemia: Rico em fibras e inulina, o alimento ajuda a reduzir a glicemia e regula a absorção de glicose, beneficiando diabéticos.
Diminui a pressão arterial: O potássio auxilia na dilatação dos vasos, enquanto os antioxidantes combatem o estresse oxidativo associado à hipertensão.
Apoio ao emagrecimento: Suas fibras aumentam a saciedade, auxiliando no controle do apetite, quando combinadas a uma dieta equilibrada.
Formas de consumo: Pode ser cozida, grelhada, assada, em chás, extratos ou como ingrediente de receitas diversas. A dose recomendada varia entre 6 mg e 500 mg de extrato seco.
Riscos e contraindicações: Gestantes e lactantes devem evitar fitoterápicos de alcachofra. Seu consumo excessivo pode causar neurotoxicidade, mas é raro. Pacientes em uso de diuréticos devem ter acompanhamento médico.
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