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Mapa sexual mundial destaca performance grega e 'resistência' do brasileiro

Britânica compilou pesquisas sobre hábitos sexuais para apontar generalizações de cada país Imagem: vadimguzhva/Getty Images/iStockphoto

De Universa, em São Paulo

14/09/2021 04h00Atualizada em 14/09/2021 08h48

A jornalista britânica Yasmin Harisha, que escreve para o tabloide The Sun, compilou o mapa sexual do mundo e incluiu diversas curiosidades sobre países selecionados. O trabalho teve como base as pesquisas divulgadas pela revista científica Frontiers in Psychology, pela empresa Durex e pelo "Atlas do Comportamento Sexual Humano".

Indo desde a Grécia, onde os homens foram considerados os melhores da cama (verdadeiros deuses gregos, será?), passando pela Noruega, eleita a "capital mundial do orgasmo", o trabalho aponta, por generalizações, destaques da cultura sexual dos países. O Brasil também está destacado na lista.

Confira alguns destaques

Grécia: Quase toda semana. Os gregos parecem ter libido bem aflorada, já que 87% dos adultos fazem sexo pelo menos uma vez por semana, mais do que qualquer outro país. Eles conquistaram o topo de uma pesquisa que analisou os hábitos sexuais de 30 mil pessoas em 26 países.

Noruega: Prazer diário. Será que frentes frias ajudam os casais a ficarem mais tempo na cama? Bom, o país que passa parte do ano com temperaturas relativamente mais baixas parece ter arrumado um jeito de se esquentar naturalmente. A Noruega seria a "capital do orgasmo". Segundo a empresa de brinquedos sexuais Lelo, 35% da população afirmou ter orgasmos todos os dias.

Reino Unido lidera entre os que mais fazem preliminares Imagem: South_agency/Getty Images

Reino Unido: Fetiches e preliminares. O Great British Sex Survey revelou que 1,5 milhão de pessoas das terras da Rainha Elizabeth têm fetiches por pés, com Manchester sendo a capital dos "chupadores de pés", seguida por Leeds e Sheffield. Eles também são os líderes nas preliminares.

Brasil: Resistência. Os brasileiros levam a medalha de ouro no quesito duração do sexo pelo mundo, com cerca de 30 minutos por atividade sexual, segundo o mapeamento da jornalista. Contudo, as mulheres não parecem tão satisfeitas assim, já que 44% delas admitiram fingir orgasmos, segundo o The Penguin Atlas of Human Sexual Behaviour (Atlas do Comportamento Sexual Humano).

França: Rapidinhas. Foi assim que a jornalista definiu os franceses, que preferem ter sessões curtas de sexo, de acordo com uma pesquisa. Pouco mais da metade dos homens é capaz de prolongar o tempo de sexo sem ejacular e apenas 6% das relações duram até 13 minutos.

Sexo a três parece predominar nos EUA, segundo levantamento da jornalista Imagem: Getty Images

EUA: Sexo a três. Nova York, Los Angeles e Chicago possuem os maiores interessados por sexo a três, de acordo com o aplicativo de namoro 3somer. Um em cada nove americanos já esteve em um relacionamento poliamoroso e um em cada seis gostaria de experimentar esse tipo de relação, segundo a revista científica Frontiers in Psychology.

Romênia: Nada em banheiro público. Cerca de 40% dos romenos acreditam que ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) podem ser repassadas de pessoa para pessoa se usarem banheiro público, segundo a Pesquisa Global de Sexo. Saúde acima de tudo!

Itália: Sexo oral. Em uma porcentagem surpreendente, uma pesquisa apontou que mais de 80% dos italianos gostam de sexo oral. Além disso, 25% dos casais assistem filmes pornôs juntos e 24% dos casais também dizem usar objetos ou comida para excitação. Em terras italianas, metade dos casais faz sexo duas ou três vezes por semana.

Na Índia, uma pesquisa apontou que indianos não gostam de preservativos Imagem: UruphongK/ iStock

Quênia: Homens fiéis. O relatório global de parentalidade "State of the World's Fathers" apontou que os homens da África tendem a ser mais propensos a ter filhos com duas ou mais mulheres, quando comparados aos de outros continentes. Contudo, os quenianos são os mais fiéis dentre as nações africanas.

Índia: Odeiam preservativos. Uma pesquisa da Durex descobriu que 95% dos indianos não usam camisinha, levando até mesmo a discussões no Twitter com a hashtag #HateCondoms (odeio preservativos, em tradução livre) para saber o porquê. Os entrevistados sugeriram que o uso reduz a intimidade e que "havia falta de sentimento". Bom, no mês passado, um indiano morreu depois que passou supercola no pênis para substituir a camisinha, que previne não apenas filhos indesejados, como ISTs, então, melhor ouvir conselhos sobre sexo de outras fontes.

Japão: Na seca. Um total de 34% dos japoneses afirma fazer sexo semanalmente, sendo assim considerado os mais insatisfeitos do mundo, segundo a pesquisa da Durex. Longas jornadas de trabalho podem estar associadas à falta de contato físico entre os casais, que já chegam em suas casas exaustos, sem clima para sexo.

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