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J. Crew pede falência em meio à pandemia de coronavírus

Entrada da loja J. Crew no Country Club Plaza, em Kansas City, Missouri, fechada pela pandemia de coronavírus. - Jamie Squire/Getty Images
Entrada da loja J. Crew no Country Club Plaza, em Kansas City, Missouri, fechada pela pandemia de coronavírus. Imagem: Jamie Squire/Getty Images

De Universa, em São Paulo

04/05/2020 09h13Atualizada em 04/05/2020 09h40

A J. Crew, conhecida varejista do setor de moda, pediu falência devido aos impactos financeiros causados pelo novo coronavírus. A empresa americana foi a primeira do setor a tombar diante da crise.

A marca, que já vestiu a ex-primeira dama dos Estados Unidos Michele Obama e realizou desfiles na Nova York Fashion Week, ainda pode ser acompanhada pelas concorrentes Neiman Marcus e JC Penney rumo à falência.

A J. Crew informou que a Chinos Holdings, sua empresa controladora, pediu proteção em um tribunal federal de falências da Virgínia.

A Chinos dará o controle da empresa aos principais credores, inclusive o fundo de cobertura Anchorage Capital, convertendo US$ 1,65 bilhão (R$ 9,14 bilhões) da sua dívida em patrimônio. Ao todo, a empresa deve cerca de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,42 bilhões).

"Este acordo com nossos credores representa um marco crítico no processo em andamento para transformar nossos negócios", disse Jan Singer, executivo-chefe da J. Crew, em comunicado.

A varejista continua a vender normalmente pela internet e pretende reabrir as lojas físicas quando o isolamento social terminar.

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