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Maria Flor diz que mulheres podem amadurecer sexualmente "até morrer"

Maria Flor  - João Cotta/TV Globo
Maria Flor Imagem: João Cotta/TV Globo

De Universa, em São Paulo

24/10/2019 12h30

Perto de estrear como uma investigadora na série "Ausentes", da TNT, que vai ao ar no primeiro semestre de 2020, Maria Flor concedeu entrevista ao jornal "O Globo" para falar sobre a carreira. A atriz também comentou sobre a repercussão do canal no YouTube "Flor e Manu", que mantém com o marido, Emanuel Aragão.

Entre os temas dos vídeos publicados, o casal fala sobre sexo e orgasmo, o que, de acordo com a atriz, ainda é um tabu para as mulheres.

"Eu acho que é super um tabu. Acho que muitas meninas não gozam. Acho que muitas mulheres não têm intimidade com o próprio corpo, o próprio sexo. E acho que se a gente falar sobre isso, talvez a gente consiga elaborar melhor a nossa relação com o sexo. Não só a relação das mulheres, mas dos homens também. Porque acaba que a gente é muito reprimido nesse sentido. Quando começamos a descobrir nossa sexualidade na infância, imediatamente nossos pais dão um limite para a gente e às vezes nos reprimimos muito", analisa.

"Acho que é um aprendizado que todo mundo deveria fazer e que eu acho que demora muito tempo. No caso das mulheres, acho que dá amadurecer sexualmente até morrer", continua.

Maria Flor também falou sobre o surgimento do canal e admitiu que os vídeos funcionam como uma espécie de terapia.

"O Emanuel começou a fazer vídeos com pensamentos dele que ele queria colocar para fora e eu, na verdade, me meti. Eu disse 'Deixa eu fazer um vídeo. Quero fazer um vídeo um dia'. E a coisa foi indo. A gente foi amadurecendo a ideia. Já faz um ano e meio que temos o canal", diz. "Sim, é uma terapia coletiva de casal. O retorno que as pessoas dão para gente do que estamos dizendo também é usado por nós mesmos para pensar a nossa relação."

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