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Referência em vestidos "de princesa", PatBo inunda SPFW de rosa

Desfile da grife PatBo durante a 48ª edição da São Paulo Fashion Week  - RODRIGO MORAES/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO
Desfile da grife PatBo durante a 48ª edição da São Paulo Fashion Week
Imagem: RODRIGO MORAES/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

Natália Eiras

De Universa

16/10/2019 16h22Atualizada em 16/10/2019 16h57

Para o verão 2020, a marca PatBo voltou a apostar elementos de estilo que fazem sucesso com suas consumidoras, como vestidos fluidos e bem "princesa", e mostrou três looks feitos com resíduos coletados nas duas últimas edições da SPFW, que acontece até sexta-feira (18) no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera

Com direção criativa de Patricia Bonaldi e uma primeira fila repleta de influenciadoras, a marca propôs um verão cor de rosa, com direito a passarela e fundo do desfile em tons vibrantes de pink.

Os looks foram mostrados em três partes diferentes: uma de roupa de banho com muitos babados e mangas turbantes, a segunda com estampas geométricas e que remetiam aos azulejos portugueses e o terceiro com looks monocromáticos e fluidos, pelos quais a etiqueta é bem conhecida.

Para a moda praia, parte importante do evento, a estilista teve influência dos anos 1920 e desfilou biquínis de cintura alta, às vezes com laterais transparentes, outras em tecidos estruturado e com mangas bufantes, semelhantes a boias de braço. Na cabeça, as modelos levaram acessórios que eram uma mistura de touca de banho com turbante, muitas vezes trabalhados com miçangas e bordados, que os tornavam espécie de joias.

Patricia Bonaldi também mostrou diversos looks monocromáticos em branco, focados para as festas de fim de ano com o pé na areia. Foram saídas de praia bordadas em azul e vestidos longos com transparência.

ADRIANA DE MAIO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Imagem: ADRIANA DE MAIO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Outro destaque foram as clutches assinadas pela modelo e designer Nathalie Edenburg e executadas pela Fundação Almerinda Malaquias, do Amazonas, que reaproveitou, em marchetaria, restos de madeira da região.

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