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Paolla e Joaquim Lopes na mesma festa: o que fazer quando encontra o ex?

Paolla Oliveira no Rock In Rio: ela encontrou o ex - Reprodução/Instagram
Paolla Oliveira no Rock In Rio: ela encontrou o ex Imagem: Reprodução/Instagram

Nathália Geraldo

De Universa

08/10/2019 04h00

Paolla Oliveira e Joaquim Lopes namoraram por quatro anos e, neste final de semana, estiveram em um mesmo after do Rock In Rio. Se, em junho, o ator e apresentador resolveu sair de um evento com a noiva assim que Paolla chegou, dessa vez, eles ficaram perto um do outro durante a festa, mas não se falaram.

A postura de "ignorar o ex" é muito comum e não se restringe a relacionamentos entre famosos. Mas será que há outra forma de reagir quando se encontra com um amor do passado por acaso?

"Ignorar ou não depende de muitos fatores de cada casal. É preciso considerar a idade deles, o tempo que ficaram juntos, motivos do término e até se têm filhos ou não", explica a psicóloga especializada em casais Carla Lam.

Para a especialista, cada pessoa constrói sua história pós-relacionamento de uma forma. Quem está de fora não consegue saber se não interagir é uma tentativa de superar o "fantasma do ex" ou só um jeito de agir após a separação.

De acordo com Carla, apesar de o ex-casal ter sido flagrado durante um tempo no evento e não ter demonstrado qualquer tipo de interação, isso não quer dizer que a história dos dois tem alguma questão mais problemática por trás.

"Não se sabe como é a relação deles para além do evento [o after do Rock In Rio], só sabemos que possivelmente não se falaram naquele momento", pontua. "E vale dizer que, quando o casal não existe mais, são apenas eles que precisam se questionar se vale a pena continuar falando com a outra parte ou não".

Diferentes tipos de relacionamento, diferentes reações

Isso significa que a escolha de manter contato ou não com o ex depende muito de como deslanchou a vida a dois. A atriz Bruna Linzmeyer e sua ex-namorada, Priscila Visman, por exemplo, anunciaram o término do namoro também neste final de semana, mas demonstrando, nas redes sociais, que permanecem próximas.

Muitas vezes, relacionamentos abusivos requerem distanciamento por conta dos traumas e dificuldades que a pessoa possa ter enfrentado antes do término. Em relacionamentos que foram saudáveis, a parceria pode permanecer de alguma forma.

"Conheço casais que se separaram, criaram novas famílias e viajam juntos. Inclusive para que as crianças tenham contato com os irmãos, por exemplo. E há casais que nunca mais se viram", comenta a psicóloga. "O que é válido é que cada um tem um jeito de seguir a vida adulta e suas afeições".

Para a psicóloga, o senso comum de que homens superam e conseguem lidar com ex de forma mais fácil do que as mulheres — quando se trata de relações heterossexuais — pode ser perigoso. "Isso também não é verdade. Depende muito da história do casal".

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