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Mês do Orgulho LGBTQ+


Frente Parlamentar abre a Alesp para discutir demandas da população LGBTQ+

As deputadas Érica Malunguinho (PSOL) e Érica Hilton, durante 1a audiência da Frente Parlamentar na Alesp - Divulgação/Comunicação Mandata Quilombo
As deputadas Érica Malunguinho (PSOL) e Érica Hilton, durante 1a audiência da Frente Parlamentar na Alesp Imagem: Divulgação/Comunicação Mandata Quilombo

Mariana Gonzalez

Da Universa, em São Paulo

17/06/2019 16h35

Resumo da notícia

  • As deputadas Érica Malunguinho, Érika Hilton e Leci Brandão mediaram o primeiro debate, que reuniu grupos de ativistas na Alesp
  • O objetivo, segundo Malunguinho, é garantir que as vozes da população LGBTQ+ sejam ouvidas e suas demandas defendidas na Casa

Um mês depois que a deputada Dani Monteiro (PSOL-RJ) criou uma Comissão Especial da Juventude e abriu as portas da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) para o debate popular, chegou a vez de Érica Malunguinho (PSOL-SP) fazer o mesmo na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) -- desta vez, para discutir políticas públicas pertinentes à população LGBTQ+.

A chamada Frente Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas LGBTQ+ foi lançada no dia 10 e terá uma série de reuniões abertas à população.

"Queremos trazer movimentos sociais e pessoas da população LGBTQ+ e discutir suas demandas para que possamos defendê-las aqui na Casa", disse, em entrevista concedida à TV Alesp.

A deputada, primeira transexual na Alesp, disse que a prioridade será garantir o direito à vida -- lembrando que o Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Depois, direitos educação, trabalho, saúde, segurança e moradia.

Na primeira audiência, mediaram o debate Malunguinho e as deputadas Leci Brandão (PCdoB-SP) e Érika Hilton, da Bancada Ativista (PSOL-SP).

Estam presentes representantes de grupos importantes na luta pelos direitos LGBTQ+ como o Mães Pela Diversidade, a Revolta da Lâmpada e o Vote LGBT, além da Comissão de Diversidade Sexual da OAB de São Paulo.

O cronograma está aberto e a próxima reunião ainda não tem data mas, de acordo com a deputada que preside a Frente Parlamentar, uma nova audiência está agendada com a sociedade civil.

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