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Violência contra a mulher

Profissionais da saúde fazem seu próprio Time's Up nos Estados Unidos

Getty Images
Imagem: Getty Images

Da Universa

28/02/2019 13h20

No final de 2017, o movimento Time's Up revelou uma série de denúncias de assédio e mais violência contra mulheres na indústria do cinema. Tudo começou com a atriz Alyssa Milano, que diante de acusações contra figuras de Hollywood, gerou uma verdadeira comunidade entre vítimas.

Desde então, muitos outros derivados desse movimento e do #MeToo surgiram pelo mundo. Nesta semana, foi a vez de profissionais da saúde denunciarem situações pelas quais uma mulher corre o risco de passar dentro de clínicas médicas e hospitais no perfil TIME'S UP Healthcare

Nos Estados Unidos, 80% dos profissionais de saúde são mulheres e dentre elas 50% já sofreram assédio em seus ambientes de trabalho. A desigualdade também é uma bandeira do protesto, que afirma que apenas 11% dos líderes da área de saúde são do sexo feminino.

Em uma série de matérias da InStyle, o movimento retrata casos de enfermeiras abusadas por pacientes a estudantes de medicina, que teriam estudos pagos caso dormissem com seus chefes.

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