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Aspirador robô Roomba é treinado para não destruir decoração de Natal

Getty Images
Imagem: Getty Images

Colaboração para Tilt, de São Paulo

02/12/2021 14h34

O Natal está chegando e com ele vem também todo o espírito da época, com decorações e árvores cheias de bolinhas e enfeites. Tudo lindo e maravilhoso, não fosse o potencial de criar uma bagunça generalizada durante as celebrações em casa.

De olho nisso, a iRobot, empresa responsável pelo aspirador robô Roomba, anunciou nesta semana uma atualização de sistema que permitirá que alguns de seus modelos consigam desviar das árvores de Natal.

No anúncio, a companhia explica que, por meio do aplicativo iRobot Home, os donos de aspiradores robô Roomba j7 e j7+ poderão trabalhar com uma zona de limpeza em torno da árvore de Natal. Uma vez aceita a sugestão pelos clientes, os aparelhos conseguem aspirar sem tocar no símbolo natalino ou nos eventuais presentes que estejam por perto

Aspirador de pó Roomba j7+ consegue desviar de fezes de cachorros e gatos - Reprodução/iRobot - Reprodução/iRobot
Aspirador de pó Roomba j7+ consegue desviar de fezes de cachorros e gatos
Imagem: Reprodução/iRobot

Esses modelos da empresa são os mesmos que ganharam destaque por conseguirem desviar até de fezes de animais, como de cães e gatos. Além disso, os aparelhos conseguem fazer a detecção de sapatos, meias, de e cabos, de acordo com a iRobot.

Nos Estados Unidos, a versão j7 sai por US$ 449,99 (R$ 2.537,63, em cotação atual) e a j7 + por US$ 649,99 (R$ 3.667,89) no site da empresa. No Brasil, a série "j" não está disponível para venda.

A inteligência por trás

O "segredo" dessa tecnologia está no software iRobot Genius, o "cérebro" dos aspiradores da companhia. Ele trabalha aliado a sensores inteligentes de detecção de objetos que o robô aspirador possui.

De acordo com a empresa, para alcançar essa precisão, eles usaram tecnologias como algoritmos avançados e inteligência artificial com a capacidade de aprender a reconhecer e desviar de coisas quando necessário.

A promessa é de que os aparelhos ficarão cada vez mais inteligentes ao longo do tempo, com a identificação de novos elementos, e atualizações do software over-the-ar —quando não há necessidade de contato físico com os dispositivos.