PUBLICIDADE
Topo

'Projeto Origens', de Tilt, ganha 1º lugar em prêmio de diversidade do CNMP

Arte/UOL
Imagem: Arte/UOL

De Tilt, no Rio de Janeiro

22/09/2021 17h53

Tilt ganhou o primeiro lugar no prêmio "Respeito e Diversidade" realizado pelo CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) com o projeto "Origens: Quem não sabe de onde veio não sabe para onde vai". A premiação aconteceu na terça-feira (21), em Brasília.

Com a popularização do exame de DNA — mais barato e fácil de fazer — a investigação genética se tornou uma ferramenta importante para resgatar a ancestralidade negra do brasileiro. No projeto de Tilt, duas dezenas de personalidades toparam fazer o teste e contaram o que descobriram sobre a origem de seus antepassados e o que isso significa para a história que tentam escrever hoje.

Os coordenadores da série de reportagens documental foram Helton Simões Gomes, editor do núcleo de diversidade do UOL, e Fabiana Uchinaka, editora de Tilt, o canal de ciência e tecnologia.

Participaram da construção do projeto profissionais de diferentes núcleos de conteúdo da empresa:

  • Reportagem: Guilherme Tagiaroli, Helton Simões Gomes e Lola Ferreira
  • Produção: Ana Beatriz Silva, Bárbara Therrie e Helton Simões Gomes
  • Arte: Deborah Faleiros e Adriana Komura
  • Fotografia: Keiny Andrade
  • Coordenação de audiovisual: Ligia Carriel
  • Direção de arte: Daniel Neri
  • Direção: Ismael dos Anjos
  • Direção de fotografia: Carol Rocha
  • Segunda câmera: Bruno Monteiro
  • Montagem e finalização: Camila Izidio e Liel Marín

O prêmio se deu na modalidade Imprensa, dentro da categoria Jornal Impresso, Revista impressa e Webjornalismo. Julia de Miranda, de AzMina, com a reportagem "Heroínas negras do Brasil: cinco mulheres que todos devem conhecer", ficou com o segundo 2º lugar, e Claudia Rolli, da Folha de S.Paulo, com a terceira posição por "Diversidade nas empresas abre a porta para a inovação".

O MPF premiou reportagens que trouxeram informações e promoveram a conscientização sobre valores fundamentais de uma sociedade democrática e livre de preconceitos. 81 iniciativas, entre trabalhos jornalísticos e atividades voluntárias desenvolvidas por instituições da sociedade civil organizada, chegaram à etapa final de julgamento

Na categoria Radiojornalismo e Telejornalismo, Aline Costa e Silva ficou em 1º lugar com a reportagem de rádio "Mulheres negras são mais exploradas e negligenciadas socialmente", Pedro Junior Rockenbach no 2º lugar com a reportagem de TV "Catálogos de suspeitos levam inocentes para a cadeia" e Eduardo de Matos Silva em 3º lugar com a reportagem de rádio "Prisão sem guardas: uma oportunidade real para a ressocialização de presos".

Já na modalidade Sociedade, os vencedores foram: 1º lugar para Instituto para o Desenvolvimento Sustentável - INDES com o projeto "Justiçeiras"; 2º lugar para a Associação Junior Achievement do Brasil com o projeto " JA Brasil" e 3º lugar para Azmina com o projeto "PenhaS".