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Leo Bianchi entrevista os pro-players e streamers mais hypados do momento


Gabi, fenômeno da Twitch: "Até BO contra ameaça de morte já tive que fazer"

De START, em São Paulo

22/11/2021 04h00

A gaúcha Gabi Cattuzzo, conhecida pelo público simplesmente como Gabi, consolidou uma carreira de streamer desafiando as convenções.

Ela nunca focou só em um único jogo e começou na Twitch para depois ir para o YouTube - caminho inverso do que a maioria costuma fazer. Deu certo: ela tem hoje mais de 750 mil inscritos nas duas redes combinadas. No Instagram, são mais 570 mil.

Mas de um clichê ela não conseguiu escapar: como mulher, sofreu muito com o machismo da comunidade. "[Os homens] querem sempre que você prove que sabe do que está falando", afirma. Ela já recebeu até ameaças de morte. "Já registrei BO", conta em entrevista exclusiva para o START.

Dicas de Gabi para streamers

Apesar de ter "caído de para-quedas na criação de conteúdo", como ela mesma diz, Gabi aprendeu muita coisa na prática. E compartilha várias dessas dicas em seu bate-papo com o jornalista Leo Bianchi. Para quem está querendo fazer sucesso com lives de games, as lições desses quatro vídeos vão dar um belo gás.

Por exemplo: como conciliar trabalho, estudo e lives? E qual é a hora certa de largar uma carreira mais "tradicional" para se jogar de cabeça na vida de influenciador? Ela conta tudo isso conforme relembra seus primeiros passos, ainda lá em Caxias do Sul (RS). Confira no vídeo no topo desta página.

Gabi revela que, no início, suas lives não juntavam nem cinco pessoas. Como ela fez para crescer sua audiência? Foi um trabalho braçal, mantendo consistência nas publicações, "invadindo" comunidades de games no Face e fazendo muitas collabs. Ela conta tudo no vídeo abaixo:

Outro ponto importante é como escolher os jogos. Gabi nunca se especializou em nada: já passou por Diablo, Fortnite, Life Is Strange, jogos indies (que ela adora) e ultimamente está em Dead by Daylight. Como os fãs reagem a essas mudanças? Confira no terceiro vídeo:

Para finalizar, ela explica como fez para educar sua comunidade e evitar manifestações tóxicas - ela considera a ameaça de morte, um caso extremo e isolado. Confira no vídeo a seguir:

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