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"Foi tudo muito rápido", diz head da Garena sobre Liga de Free Fire

Fernando Mazza, chefe de Operações da Garena no Brasil, revelou as principais novidades de Free Fire para 2020 - Renato Bueno/UOL
Fernando Mazza, chefe de Operações da Garena no Brasil, revelou as principais novidades de Free Fire para 2020 Imagem: Renato Bueno/UOL

Amanda Santos

Do START, em São Paulo

30/01/2020 04h00

Se em julho de 2019 Free Fire começava a crescer no cenário de eSports, agora em 2020 ele já virou gente grande: tem um estúdio próprio e uma nova Liga oficial prestes a começar, com 12 times na Série A.

"Foi tudo muito rápido", diz Fernando Mazza, head de operações da Garena no Brasil. "O que outras empresas em que trabalhei demorou três, quatro anos para entregar, entregamos em menos de um ano aqui no Brasil", explica ele, referindo-se à Liga Brasileira de Free Fire (LBFF), que começa neste sábado (1º).

Mazza é um veterano da indústria de games online no Brasil, tendo passagens por empresas como Level Up!, Riot Games e Wargaming. Ele iniciou as operações da Garena no Brasil no final de 2018, e desde então o escritório tem crescido em ritmo acelerado para suportar a demanda de "Free Fire". Atualmente, a empresa tem vagas abertas em São Paulo que vão de Community Manager até Engenheiro de Infraestrutura e eSports.

Além do torneio e da revelação do estúdio, a produtora lançou oficialmente o aplicativo e plataforma BOOYAH!, focado em streaming. O app tem um sistema automatizado de entrega de brindes de Free Fire, além de captura automática de melhores momentos das lives. O usuário comum também pode fazer streaming direto do seu celular usando o aplicativo, o que facilita a configuração e permite disparar o sinal também para outros canais, como YouTube e Facebook.

Conheça o estúdio de Free Fire em São Paulo

START: Como foi o processo de planejamento de criar uma Liga de Free Fire?

Fernando Mazza: Foi tudo muito rápido, a parte da Liga Brasileira. Foi uma coisa que é natural. O que outras empresas em que trabalhei demorou três, quatro anos para entregar, entregamos em menos de um ano aqui no Brasil, que é a Liga, mas foi de maneira natural. E a gente está tentando fazer isso da melhor forma para o jogador de Free Fire, de uma forma que seja sustentável. Uma forma que a gente crie um ecossistema que faça sentido. A coisa mais legal é a possibilidade de um time de jogadores que estão na Série C jogando de suas casas, em fevereiro, possam jogar o Mundial representando o Brasil, em novembro.

START: Há muito tempo a comunidade de Free Fire pedia por uma plataforma que reunisse transmissões oficiais da Garena e de outros streamers, além de brindes e "codiguins". A BOOYAH! é a resposta para os jogadores e influencers brasileiros?

Fernando Mazza: A BOOYAH! é Brasil. Nós ainda estamos trabalhando, tudo o que já entregamos foi em cima de feedback de jogadores brasileiros. Fizemos bastante pesquisa, conversamos bastante com os nossos influenciadores e o que eles tinham necessidade. Eu até brinquei na coletiva que a feature mais legal é aquela que você pode transmitir o áudio da sua voz e do jogo ao mesmo simultaneamente, sem ter que conectar nada no seu aparelho celular. Basta pegar o aparelho celular e você vai fazer stream como um profissional sem necessidade de outros equipamentos. Então isso é muito legal. Isso acompanha o que a gente faz com Free Fire que é a parte de acessibilidade que todo mundo consiga fazer isso da melhor forma possível.

A coisa mais legal é a possibilidade de um time de jogadores que estão na Série C jogando de suas casas, em fevereiro, possam jogar o Mundial representando o Brasil, em novembro
Fernando Mazza, chefe de operações da Garena

START: A Liga Brasileira de Free Fire pretende revolucionar o cenário competitivo nacional, reconhecer novos talentos e apresentar guildas e equipes em ascensão. Já a BOOYAH! será a resposta para o que a comunidade e os streamers mais pediam para a Garena. Com qual dessas notícias você está mais animado?

Fernando Mazza: Eu acho que não tem uma coisa única. Falei de tanta coisa legal este ano, uma é o calendário de esportes, o estúdio, que é muito legal. A gente espera que o jogador goste do que ele vai ver no dia primeiro. Vai ser nossa primeira transmissão à uma hora da tarde. A nossa plataforma de streaming vai ser a companheira de jogador e também de uma forma democrática e acessível para quem quer tentar streamar pela primeira vez. Eu acho que são as coisas que a gente espera, que esse ano que o jogador goste bastante e aproveite. É um pedacinho do trabalho que estamos fazendo em 2020.

START: Free Fire consolidou um 2019 de recordes no YouTube Brasil, emplacando três das maiores audiências da história da plataforma. Para 2020, teremos mais recordes?

Fernando Mazza: Eu não gosto de prever, mas ainda existe muita gente que ainda não conhece o jogo. É possível o recorde de audiência, existe a possibilidade, sim.

Free Fire (Android, iOS)

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