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Free Fire, Rainbow Six, LoL: o que esperar dos eSports no Brasil em 2022

Arenas estarão cheias em 2022? - Divulgação/Riot Games
Arenas estarão cheias em 2022? Imagem: Divulgação/Riot Games
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Leo Bianchi

Leo Bianchi é jornalista, já foi repórter e apresentador do Globo Esporte. É apaixonado por competição e já cobriu Copa do Mundo, Fórmula 1, UFC e mundiais de CS:GO, R6, FIFA, Just Dance e Free Fire. Também é youtuber e pro-player frustrado. No GGWP você encontra análise dos cenários competitivos no Brasil e no mundo, além dos bastidores do universo envolvendo times, jogadores e novidades em geral.

Colunista do UOL

01/01/2022 04h00

Chegamos ao último dia de 2021 com um panorama, no mínimo, interessante para o esporte eletrônico no Brasil.

Com o iminente retorno do público às arquibancadas nas competições, a tendência é que vejamos (sai pra lá, coronavírus!) uma disputa interessante entre as publishers, cada uma tentando criar um evento mais robusto. Por outro lado, as organizações poderão aproveitar ainda mais seu potencial na disputa presencial. O "olho-no-olho" e o apoio da torcida fazem bem.

O CBLOL inicia uma nova era: terá torcedores em seu renovado estúdio em todas as rodadas. Rainbow Six Siege tentará se manter no centro das atenções. E o CS:GO? Valorant? Free Fire? Quem vai mandar em 2022? Veja todas as expectativas abaixo!

Feliz Ano Novo, turma!

1) CBLOL como um clube de futebol

O Campeonato Brasileiro de League of Legends volta a acontecer no dia 22 de janeiro - e, de forma inédita, com torcida na arquibancada de um novo estúdio em São Paulo. Estamos todos ansiosos por mais detalhes, mas saber que teremos, na capital paulista, uma experiência semanal de eSports em todos os finais de semana é empolgante. O "padrão Riot Games" sempre gera altas expectativas. O barulho será grande!

2) Rainbox Six: o desafio de seguir no topo

Competidores das mais diversas modalidades esportivas costumam dizer que manter-se no topo é muito mais difícil do que chegar lá. Pois esse será o desafio do Rainbow Six Siege brasileiro em 2022. Após vencer todos os títulos mundiais possíveis, o país inicia, no Six Invitational, a batalha para permanecer lá em cima e provar que o ano passado não foi uma exceção. Temos potencial de sobra para que nossa hegemonia não só se repita como seja até ampliada.

3) A expansão mobile não para

Além de Free Fire, que já é realidade há um bom tempo por aqui, outros jogos mobile prometem agitar o próximo ano competitivo. Wild Rift, após alguns meses de "ensaios" do cenário, viverá, efetivamente, seu Ano 1. No encalço da adaptação de League of Legends para celulares, vem o Mobile Legends, que contou com três eventos no top 10 dos mais assistidos no planeta em 2021. Veremos uma consolidação única do esporte eletrônico em dispositivos móveis?

4) Tiroteio pela audiência

VALORANT viveu, ao longo de 2021, apenas seu primeiro ano de cenário competitivo "cheio". CS:GO, por sua vez, provou, especialmente no Major, que continua firme, forte e com uma base extremamente fiel de fãs. Será interessante assistir a essa disputa mais uma vez em 2022, com o FPS da Riot Games mudando alguns parâmetros no seu calendário e, principalmente, realizando um Mundial feminino. Nessa concorrência, quem ganha é o público.

5) A força do conteúdo

Além do retorno dos eventos presenciais, as organizações também deverão ter mais oportunidades de trabalhar as respectivas marcas e de se aproximar de seus fãs. Após um longo período de afastamento, é gigantesca a oportunidade de ativar os próprios produtos e saber trazer para junto de si o consumidor. Sabemos o quanto o Brasil é poderoso na criação de conteúdo e como os torcedores são fiéis. Vem briga boa por aí!

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL