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Nobru, Free Fire e o próprio Brasil: quem se deu bem no Esports Awards

Bruno Clash e Ana Xisde no Esports Awards - Divulgação/Esports Awards
Bruno Clash e Ana Xisde no Esports Awards Imagem: Divulgação/Esports Awards
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Leo Bianchi

Leo Bianchi é jornalista, já foi repórter e apresentador do Globo Esporte. É apaixonado por competição e já cobriu Copa do Mundo, Fórmula 1, UFC e mundiais de CS:GO, R6, FIFA, Just Dance e Free Fire. Também é youtuber e pro-player frustrado. No GGWP você encontra análise dos cenários competitivos no Brasil e no mundo, além dos bastidores do universo envolvendo times, jogadores e novidades em geral.

Colunista do UOL

23/11/2021 18h13

A cada ano, o Esports Awards se consolida como o Oscar do esporte eletrônico mundial. Com uma grande pitada"de Brasil, diga-se de passagem. Diversos representantes nacionais estavam na cerimônia do último sábado (20), que contou com uma transmissão com recorde de usuários no canal do Start UOL.

Alguns compatriotas estavam lá para disputar troféus - conseguimos 12 indicações em 34 categorias. Outros estavam a a trabalho. Nyvi Estephan, Ana Xisde e Bruno Clash foram selecionados para a apresentação da cerimônia. É a força do Brasil em todos os campos do esporte eletrônico, não só nas competições.

A categoria Personalidade do Ano foi simbólica. Dos 11 indicados, três eram brasileiros: FalleN, Baiano e Nobru, que saiu vencedor. O dono da Fluxo desbancando nomes do calibre de Carlos "Ocelote", CEO da gigantesca G2 (qe venceu em várias outras categorias). Mais uma vitória para a popularização do Free Fire, game que consagrou o garoto, e também para a relevância do nosso país no palco internacional.

O próprio Free Fire, aliás, venceu a categoria Jogo Mobile do Ano, deixando para trás o Wild Rift, adaptação de League of Legends para dispositivos móveis. Como se sabe, o game da Garena é um fenômeno de popularidade principalmente no Brasil e no Sudeste Asiático. Então, sua vitória em um prêmio dos EUA (país que, historicamente, se entende como o centro do mundo) não é pouca coisa

Esse óbvio, infelizmente, prevaleceu na categoria de Organização do Ano. A americana 100 Thieves derrotou a brasileira LOUD. Foi justo? Difícil dizer. Como seu nome indica, há muito tempo a LOUD faz barulho na internet e nas redes sociais (seu canal no YouTube tem mais de 12 milhões de inscritos e já passou a marca de um bilhão de visualizações). Mas premiação tem dessas coisas mesmo.

Coringa, da LOUD, concorreu como Streamer do Ano - equiparando-se a nomes enormes no mundo todo, como shroud e Dr. Disrespect. Perdeu para o espanhol Ibai, mas nossa criação de conteúdo em Esports é fortíssima e a fidelização do público cresce ano após ano. A tendência, sem dúvida, é de que mais brasileiros entrem na disputa nos próximos anos.

A verdade é que a lista de motivos para investir em esporte eletrônico no Brasil só cresce. Cada vez mais, a área deixa de ser uma aposta promissora e se cooncretiza como um campo extremamente fértil. Seja com times fortes competindo, com streamers cada vez mais criativos, com personalidades que alcançam números assombrosos... Graças aos fãs, fiéis escudeiros desse movimento, hoje é possível dizer que nosso país merece (e muito!) respeito nos Esports.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL