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Ricardo Feltrin

Em baixa na TV, SBT é fenômeno de ibope (e cliques) na internet

Dulce Maria (Lorena Queiroz), em Carinha de Anjo; novelinha "explodiu" em audiência na Netflix - Leonardo Nones/SBT
Dulce Maria (Lorena Queiroz), em Carinha de Anjo; novelinha "explodiu" em audiência na Netflix Imagem: Leonardo Nones/SBT
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

01/02/2022 00h18

Se não vai indo bem em audiência na TV aberta, como esta coluna demonstrou em dezembro, em outras plataformas o SBT se transformou em um sucesso absoluto de cliques e público na internet.

Exemplo: mesmo sem ter seu próprio serviço de streaming (ou vídeo), a emissora de Silvio Santos não sai do Top 10 em visualizações da Netflix.

Até ontem (31), das dez produções mais assistidas nesse serviço de streaming no Brasil, havia 2 do SBT —ou que já foram exibidas por ele: "Carinha de Anjo" e "Café Com Aroma de Mulher" (remake da Netflix)

Mas, entre 17 e 23 de janeiro, dos 10 mais vistos, o SBT tinha nada menos que 6: "Café com Aroma de Mulher", Carinha de Anjo", "Cúmplices de Um Resgate", "Chiquititas", "Poliana" e "Carrossel"

Além disso, na segunda quinzena de janeiro, "Carinha de Anjo" chegou a ficar em 7º lugar entre os programas mais vistos na Netflix no mundo —em atrações em outras línguas que não o inglês.

Sucesso no YouTube também

Mas, é no YouTube que o SBT vai bem e se tornou líder absoluto em público e audiência de conteúdo do próprio canal.

Com 11,3 milhões de inscritos, ultrapassa Globo (3,95 milhões) e RecordTV (3,22 milhões).

Sim, até tem menos inscritos que o canal da RedeTV (12,5 milhões), mas seus vídeos têm muito mais visualizações.

O TV ZYN, canal infantil do SBT no YouTube, só em dezembro registrou mais de 90 milhões de visualizações (3 milhões de inscritos).

Outro sucesso na plataforma é o programa "The Noite", de Danilo Gentili. Com 10,2 milhões de seguidores, já se aproxima do nº total da própria emissora.

São quatro vezes mais pessoas que o canal de YouTube do programa do próprio dono do SBT (2,29 milhões).

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