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Ricardo Feltrin

Líder em audiência pornô no país, Sexy Hot chega aos 25 anos

Atores Iron e Queen em ação no filme "Dopamina", produção do canal Sexy Hot - Divulgação
Atores Iron e Queen em ação no filme "Dopamina", produção do canal Sexy Hot Imagem: Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

19/12/2021 01h08

O canal de filmes adultos Sexy Hot está festejando 25 anos com cerca de 300 mil assinantes (como integrante do pacote de canais adultos da TV paga).

O canal tem o mérito de ter sido um dos primeiros a aparecer na TV paga brasileira (então TV a cabo), ao lado de conteúdos mais sérios como GloboNews.

Além da TV, o site do canal também é um dos mais acessados no assunto.

Ele só não pode anunciar que é o maior produtor brasileiro de filmes eróticos exclusivos (cerca de 25 por ano), porque esse título ainda pertence à Brasileirinhas (quase 50 títulos por ano).

Em 1996, a marca estreou o canal linear nas duas principais operadoras do país. Em 2003, lançou o seu site com conteúdos licenciados.

Nos últimos anos o Sexy Hot inovou com cenas em 360 graus, criou conteúdo inclusivo para telespectadores com problemas visuais ou auditivos (isso vale para TV e site), lançou o prêmio Sexy Hot e reforçou sua presença em plataformas de streaming.

Em 2017 lançou o selo Sexy Hot Produções, de conteúdos originais e exclusivos, e passou a dar muito mais atenção a filmes com temática e roteiro voltados às mulheres.

O canal hoje é uma parceria entre o Grupo Globo e a Playboy do Brasil.

São 300 mil assinantes mas poderia ser ainda muito mais, caso o Grupo Globo o tivesse incluído no cardápio do Globoplay (não incluiu).

Além disso esse número já foi maior: seis ou sete anos atrás eram cerca de 400 mil, mas a crise econômica e o desemprego também afetaram o segmento —bem como a TV paga como um todo.

Sua líder é Cinthia Fajardo, primeira mulher a comandar os canais adultos no Brasil.

A marca está passando a incluir gêneros, corpos, etnias e histórias reais, produzindo, cada vez mais, conteúdos onde todos possam se enxergar, tanto heterossexuais, quanto o público LGBTQIA+.

"A evolução da nossa marca acompanha a evolução do mundo e da sociedade, cada vez mais exigente e desejando se ver, legitimamente nos produtos e serviços que consome. Estaremos sempre atentos e caminhando juntos nesse sentido", diz Fajardo.

No ano passado, os brasileiros viram cerca de 8 milhões de filmes apenas no Sexy Hot.

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