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Ricardo Feltrin

ANÁLISE

Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.

Assista: Faustão não vai para Band atrás de dinheiro, mas de felicidade

Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

02/05/2021 08h46

Ainda há muito choque no mundo da TV com a notícia da última sexta-feira —a de que Fausto Silva fechará um longo contrato com a Band na próxima semana.

Muita gente ainda não acredita, mas é verdade. Depois de Zeca Camargo, da Fórmula 1, da volta do Show do Esporte e de se preparar sua volta à dramaturgia, a Band contratou Faustão como cereja do bolo que será cortado no próximo ano:

Em 2022 a emissora da família Saad completa 55 anos.

Muita gente também se pergunta: "Ohhh, mas quanto Faustão vai ganhar na Band? Mais que na Globo, é claro!"

Bem , essa resposta pode estar errada. Faustão necessariamente não vai ganhar mais do que na Globo. Será um salário milionário, óbvio, mas nada indica que maior do que hoje.

Por quê?

Porque, senhoras e senhores, Faustão não precisa mais de dinheiro e esse não é mais seu objetivo na vida.

As próximas quatro ou cinco gerações de herdeiros do apresentador também não precisarão trabalhar.

Faustão fechou com a Band porque está atrás de outro ativo muito menos visível e sólido que dinheiro: ele está atrás da felicidade.

Como esta coluna especulou meses atrás, um dos motivos para sua saída da Globo era a insatisfação com as novas condições da emissora e seu projeto "Uma Só Globo".

Dizem que a Globo queria não só reduzir seus ganhos, mas principalmente que ele começasse a fazer outros programas os quais ele aparentemente não tem interesse.

É sobre tudo isso que o colunista Ricardo Feltrin fala nesse programa especial para o MOV.

Assista à íntegra do programa.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL