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Ricardo Feltrin

REPORTAGEM

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

Canal faz raio X das mulheres que assistem a filmes pornôs

Cena do filme "Sugar Daddy" que tem áudio e legenda descritivas no Sexy Hot - Divulgação
Cena do filme 'Sugar Daddy' que tem áudio e legenda descritivas no Sexy Hot Imagem: Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

09/03/2021 06h30

Resumo da notícia

  • Mulher com mais de 35 anos é a maior consumidora desses filmes
  • Elas representam cerca de 35% das assinantes do Sexy Hot
  • Pesquisa revela quais as cenas que elas mais gostam de assistir

Em referência ao mês que é comemorado o Dia Internacional da Mulher (08/03), o canal e site Sexy Hot mapeou o perfil de suas assinantes mulheres: a porcentagem das assinantes, suas faixas etárias, e principalmente as cenas que mais gostam de ver em filmes.

Esta coluna traz hoje com exclusividade dados dessa pesquisa daquele que é o maior canal adulto do país, e que tem mais de 300 mil assinantes fixos.

Pelo menos 35% dos assinantes do site são mulheres, diz a pesquisa.

Ao menos 32% delas têm entre 25 e 34 anos e 26% estão na faixa entre 18 e 24 anos.

A maioria absoluta —42%- é de mulheres com mais de 35 anos.

A região Sudeste, principal mercado do país, concentra o maior público (35%). Em seguida vem Salvador, com 5%, seguido de Brasília, BH, Curitiba e Goiânia.

O que elas gostam de ver?

No ranking de categorias a pesquisa do Sexy Hot mostra que elas adoram assistir a cenas de sexo oral, lesbianismo e masturbação. Já os homens --mais previsíveis-- preferem modelos loiras e ruivas.

Das produções do próprio canal, o filme mais visto por elas até agora foi "App" --estrelado pelas "pornstars" Mia Linz e Elisa Sanches, que teve 4.500 acessos.

O estudo também identificou o consumo de pornô por mulheres por meio dos dispositivos.

Os dados apontam que, com 84%, mulheres navegam mais no celular do que os homens (79%).

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