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Veja "propaganda" do SBT para a série Hebe, da Globo

Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

01/10/2020 12h33

O SBT desde ontem à tarde passou a exibir chamadas em sua programação convidando seus telespectadores para assistirem esta noite (01) ao último capítulo da primeira temporada da minissérie "Hebe" (veja o vídeo acima).

A 1ª temporada está disponível no Globoplay e, de acordo com a nova diretriz "Uma Só Globo", também foi exibida no canal aberto.

A "propaganda" do SBT para um produto da rival chamou a atenção nas redes sociais e em sites de televisão.

Mais Hebe vem aí (na Globo)

Na Globo e no serviço de streaming Globoplay a série está obtendo bons números de audiência e cliques: na TV aberta está entre 16 e 17 pontos em média na Grande São Paulo (cada ponto equivale a 73,5 mil domicílios na região, segundo a Kantar Ibope Media).

O sucesso fez com que o Grupo Globo se mobilizasse não só para uma segunda temporada de "Hebe" como também está preparando um documentário sobre a apresentadora, que morreu em 2012 em decorrência de um câncer abdominal.

A partir do dia 6 o longa-metragem "Hebe - A Estrela do Brasil" também estará disponível para assinantes dos canais Telecine.

Hebe foi uma das pioneiras da TV brasileira. Além do SBT ela trabalhou na Tupi, Band, RedeTV. Morreu aos 83 anos em São Paulo.

Seu Silvio mandou

A coluna apurou que a determinação de fazer a chamada de "Hebe" foi do próprio Silvio, que já teria visto a produção completa na Globoplay.

Na verdade foi uma deferência de Silvio para com a Globo, já que o logotipo do SBT também está aparecendo o tempo todo no seriado.

Não é a primeira vez que Silvio faz isso. Em meados da década de 80 ele também fazia essas "brincadeiras", do tipo:

"Assista esta noite à novela da Globo, e depois venha ver 'Pássaros Feridos', no SBT".

Ricardo Feltrin no Twitter, Facebook, Instagram e site Ooops

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL