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Exclusivo: CNN fecha acordo com Transamérica FM

Monalisa Perrone estará também na"CNN Rádio", na Transamérica FM - Reprodução
Monalisa Perrone estará também na"CNN Rádio", na Transamérica FM Imagem: Reprodução
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

31/08/2020 13h14

Conforme esta coluna antecipou com exclusividade no mês passado, depois da TV paga e da internet a CNN Brasil também vai aportar no rádio brasileiro.

A emissora fechou acordo com a rádio Transamérica FM e vai assumir toda a programação jornalística da rede —que deve mudar de perfil com a nova parceira. A estreia é prevista para outubro.

A "CNN Rádio", como está sendo chamada, vai ter por volta de sete horas diárias de programação na rede Transamérica (100.1 FM em São Paulo, Brasília e Salvador).

A primeira faixa será das 6h às 12h. A segunda faixa, das 18h30 às 19h30.

Além disso a CNN fará boletins durante toda a programação.

Ainda não há uma data fechada para a estreia, mas o acordo garante a transmissão do conteúdo da CNN em quase 200 cidades do país.

Ao todo, a rádio vai alcançar cerca de 56 milhões de brasileiros.

Todo o elenco da CNN TV estará na programação da rádio, além de futuras contratações.

A Rede Transamérica de Comunicação foi fundada 44 anos atrás e pertence ao empresário Aloysio de Faria.

Ele integra o Conglomerado Alfa (teatro Alfa, entre outros). O público alvo da emissora hoje é o chamado "adulto contemporâneo", e vai de 25 a 49 anos.

Não há informações sobre a duração do contrato ou os valores envolvidos.

O acordo não encerra os planos da CNN Brasil, que estuda ampliar sua presença também na TV aberta (UHF ou VHF) e nas novas plataformas de streaming que chegarão ao Brasil nos próximos meses/anos.

Como o site "Notícias da TV" informou com exclusividade em junho, a emissora negocia uma "parceria" nos mesmos moldes da rádio, só que para a TV aberta.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL