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Jô diz que queria entrevistar Roberto Irineu e que ainda negocia com Globo

Jô Soares pode até sair da TV aberta, mas não vai parar de trabalhar tão cedo - Reprodução/TV Globo
Jô Soares pode até sair da TV aberta, mas não vai parar de trabalhar tão cedo Imagem: Reprodução/TV Globo

03/11/2016 07h02Atualizada em 03/11/2016 09h32

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O apresentador e entrevistador Jô Soares disse que nunca entrou em nenhum tipo de negociação com o SBT. Jô, 78, afirma que ainda está em conversações com a Globo para definir seu futuro na TV --e no Grupo Globo-- a partir de 2017.

“Deve ter acontecido alguma confusão, porque eu procurei o Silvio Santos para me dar uma entrevista, não para negociar”, diz o showman do “Programa do Jô”, que deixará a grade da Globo em 2017.

“Eu primeiro gostaria de ter como último entrevistado o Roberto Irineu (Marinho, presidente do Grupo Globo), que é meu amigo há muitos anos, mas ele é muito tímido”, diz Jô.

“Depois eu tive a ideia de entrevistar o Silvio Santos, mas ele vem com essa história de que uma tal ‘cartomante de New Orleans’ disse que, se ele der entrevista, no dia seguinte ele estará morto”, ri o apresentador.

Perspicaz, Jô afirma que a justificativa de Silvio para não dar entrevistas a ele “vem mudando através dos anos”.

“Antigamente ele dizia que não podia me dar entrevista porque, se desse, teria de dar também entrevistas para todo mundo. Agora é que surgiu a história da cartomante”, ironiza.

Sobre o futuro, há rumores de que ele possa migrar para a TV por assinatura (Globosat) a partir do próximo ano.

Ator, dramaturgo, cenógrafo, roteirista, tradutor e escritor, Jô comemora a lotação esgotada das duas peças em cartaz atualmente: “Histeria” (texto de Terry Johnson), com Pedro Paulo Rangel, Cássio Scapin, no Tuca; e “Tróilo e Créssida” (Sesi), de Shakespeare, com Maria Fernanda Cândido, Adriane Galisteu e Guilherme Santanna, entre outros.

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