Conteúdo publicado há 2 meses

Samara Felippo após racismo contra filha na escola: 'Nenhuma medida tomada'

Samara Felippo, 45, falou após sua filha ser alvo de ataques racistas dentro da escola. A atriz contou que nenhuma medida efetiva foi tomada no local.

O que aconteceu

A atriz se pronunciou em um story no Instagram nesta sexta-feira (10). "Nenhuma medida efetiva para um crime como racismo foi tomada ainda pela escola", disse ela.

Em seguida, Samara reconheceu que há denúncias de mães e alunos da escola. "Pelo menos vejo mais mães e crianças denunciando", afirmou a atriz.

Racismo em escola

Alicia, 14, filha mais velha de Samara Felippo, e Leandrinho, 41, foi alvo de racismo no Vera Cruz, escola de alto padrão em que estuda na zona oeste de São Paulo.

Samara comunicou em um grupo de pais que, na segunda-feira (22), Alicia teve um caderno roubado. Todas as páginas de uma pesquisa foram arrancadas, agressões racistas foram escritas e, por fim, o caderno foi para a área de achados e perdidos do colégio.

Após a filha ser alvo de racismo, a atriz se pronunciou em uma rede social. "Que fique bem claro para quem vem dar apoio. Agradeço profundamente o carinho, mas crianças adolescentes brancos não sofrem racismo", escreveu a atriz no Instagram.

Samara abriu um boletim de ocorrência na Polícia Civil de São Paulo para denunciar o caso de racismo. "Prontamente fiz um BO [boletim de ocorrência] na Decradi, a Delegacia da Diversidade, online, que era o que eu podia fazer na hora — e corri para a escola, contou a atriz em contato com Splash.

Esperei que a escola me desse uma devolutiva, no mínimo a expulsão, retirar essas meninas da escola. Não estou falando em isolar ninguém, linchar ninguém, sou contra tudo isso, mas, num lugar onde minha filha gostaria de continuar, já não dá mais
Samara Felippo a Splash

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Alunas foram suspensas, mas a atriz quer uma punição mais grave. "Supensão não é o suficiente", disse.

Em participação no "Fantástico", da Globo, Samara contou mais detalhes sobre o racismo sofrido pela filha mais velha. "Quando a gente chegou em casa, eu vi a Alicia debruçada na mesa. Ela chorava compulsivamente porque estragaram o trabalho dela. É impossível pra uma mãe não sentir raiva nesse momento. Eu não quero ver minha filha chorando, nenhuma mãe quer. Arrancaram todas as páginas de um trabalho que ela fez com muito capricho. Dentro do caderno, tinha uma frase de cunho racista gravíssima.

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