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Ucraniana com mais de mil pedidos de casamento cobra R$ 86 por nudes

Influencer ucraniana Louisa Khovanski é musa no OnlyFans - Reprodução/Instagram
Influencer ucraniana Louisa Khovanski é musa no OnlyFans Imagem: Reprodução/Instagram

De Splash, no Rio

05/07/2022 20h03

A influenciadora ucraniana Louisa Khovanski viralizou nesta semana ao dizer que já recebeu mais de mil pedidos de casamento para deixar o país europeu, que vive guerra contra Rússia desde o final de fevereiro. Moradora de Kiev, ela soma mais de 2,6 milhões de seguidores no Instagram.

Além do Instagram, ela também faz sucesso no OnlyFans, plataforma usada por produtores de conteúdo adulto. A ucraniana de 31 anos vende nudes por US$ 16 mensais (cerca de R$ 86 na atual cotação) e foca sua publicidade no tamanho dos seios. Na plataforma, ela posta fotos e vídeos sem roupa em meio à natureza e na própria residência.

"Compartilho minha vida com você, respondo a todas as mensagens. Adoro fotografia, curvas femininas e natureza. Desfrute do meu diário quente e minhas obras de arte suculentas", define ela, em inglês, em sua bio da plataforma.

A ucraniana também marca presença no YouTube, onde compartilha vídeos sobre o dia a dia para 266 mil inscritos, e no Twitter, onde posta prévias de fotos do OnlyFans para 40 mil seguidores. Por postar fotos ousadas, ela já teve uma conta na rede social suspensa.

Em vídeo postado no YouTube, ela resumiu sua história de vida e disse que teve infância difícil, precisando trabalhar a partir dos 15 anos. Ganhou seu primeiro computador quando entrou na universidade e nunca pode comprar uma câmera fotográfica, mesmo sendo apaixonada por fotografia.

Nas redes, além de postagens ousadas e conteúdos relacionados ao seu dia a dia, a influenciadora já postou links para os seguidores ajudarem financeiramente as pessoas que vivem em meio à guerra na Ucrânia. Em Kiev, onde vive, também ajuda pessoas locais.

Game com dinheiro do OnlyFans

Recentemente, ela anunciou que está desenvolvendo um game de "investigação com mistério e uma pegada de horror" graças ao dinheiro que recebe no OnlyFans.

"Eu estou desenvolvendo um jogo para videogames. Acho que vocês não esperavam por isso. Estou fazendo esse vídeo para tentar explicar. No ano passado, eu comprei uma pequena casa em um vilarejo ao norte da Ucrânia e isso mudou a minha vida. O lugar tem uma atmosfera tão incrível, eu me senti inspirada, queria mostrar a vocês como é, então tive a ideia de fazer o jogo", disse.

Ela ainda deu mais detalhes sobre a produção. "Vai ser um jogo longo, um visual novel (com leitura e caminhos para escolher), como um filme interativo. A ideia de fazer desta forma é porque acredito que é boa maneira de mostrar a vocês toda essa ambientação, a atmosfera daqui, e contar uma história. O segundo motivo é porque é mais barato fazer um jogo assim. Vou fazer este jogo sozinha, com meu dinheiro", prosseguiu.

Louisa Khovanski diz preferir ficar no país em guerra do que aceitar alguma das ofertas de casamento - Reprodução/Instagram - Reprodução/Instagram
Louisa Khovanski diz preferir ficar no país em guerra do que aceitar alguma das ofertas de casamento
Imagem: Reprodução/Instagram

Pedidos de casamento

Moradora de Kiev, capital da Ucrânia, a influenciadora contou ao tabloide britânico The Sun que homens do mundo todo estão usando o conflito no país como desculpa para dar em cima dela. Ela disse que foi oferecido segurança em troca de sexo.

"Em muitos casos, eles me ofereceram seu quarto, como se quisessem que eu dormisse com eles em troca de segurança", disse Louisa. "Muitas pessoas me pediram em casamento para deixar a Ucrânia".

A ucraniana acha "perturbador" que os homens estejam tirando proveito da situação para conseguir algum compromisso com ela. "É triste que alguns homens estejam tentando se beneficiar da guerra na Ucrânia e nos usar", disse Louisa, que pretende sair do país perto da estação do inverno.

Louisa disse que recusou todas as ofertas e prefere ficar no país em guerra."Era mais perigoso aceitar essa situação do que viver na Ucrânia durante o período de guerra. Decidi ficar na Ucrânia e recusei todos os pedidos. Não ia sair para fazer algo quando não sabia o que era", avalia.